5 O Choque entre Civilizações
5 The Clash between Civilisations
A História do Confronto entre o Islã e Outras Civilizações
The History of the Clash between Islam and other Civilisations
A luta (sira'a) entre religiões e civilizações é antiga, e o que nos interessa é o confronto entre o Islã e as demais religiões e civilizações. A verdade é que o Islã é uma dîn de luta desde o momento em que Muhammad ﷺ recebeu a ordem de proclamar abertamente a verdade até que a Hora seja estabelecida. Quando ele ﷺ foi ordenado a anunciar abertamente aquilo que lhe fora mandado, teve início a luta intelectual entre os conceitos do Islã e os conceitos do kufr. Essa luta intelectual continuou até os nossos dias. Ela não cessou, nem é permitido que cesse, apesar de terem sido acrescentados a ela outros tipos de luta. A luta intelectual consiste em refutar pensamentos com estilos incisivos, com intensidade e dureza. O Mensageiro ﷺ a praticou em cumprimento à ordem de Allah (SWT). Por isso, Ele (SWT) dizia:
The clash/struggle (sira'a) between religions and civilisations is ancient, and what concerns us is the clash between Islam and other religions and civilisations. The truth is that Islam is a deen of struggle from the time when Muhammad (PBUH) was commanded to come out openly with the truth until the Hour is established. When He (PBUH) was ordered to speak out openly what he was commanded, the intellectual struggle commenced between the concepts of Islam and the concepts of kufr. This intellectual struggle has continued until our time. It has not stopped nor is it allowed to stop, despite what was added to it of other types of struggle. The intellectual struggle is refuting thoughts with sharp styles, and with intensity and harshness. The Messenger (PBUH) performed it in execution of the command of Allah (SWTH). So He (SWTH) would say:
"Certamente vós e aquilo que adorais em vez de Allah sereis lenha da Geena! Certamente nela entrareis" [TMQ Al-Anbiya: 98].
"Verily you and what you worship besides Allah are fuel for the Hellfire! Surely you will enter it" [TMQ Al-Anbiya: 98].
E:
And:
Um difamador, que anda espalhando calúnias. Um impedidor do bem, transgressor, pecador. Cruel e, além de tudo isso, de origem vil. [TMQ Al-Qalam: 11-3]
"A slanderer, going about with calumnies. A hinderer of good, transgressor, sinful. Cruel, after all that, base-born" [TMQ Al-Qalam: 11-3].
E:
And:
"Então, em verdade, vós, que estais extraviados e que negais, comereis da árvore de Zaqqum. Então enchereis deles os vossos ventres. E bebereis sobre isso água fervente. Assim bebereis como bebem os camelos sedentos. Esta será a sua hospedagem no Dia da Retribuição! Nós vos criamos, então por que não acreditais?" [TMQ Al-Waqi'a: 51-57].
"Then, verily, you misguided, deniers. You will surely eat of the tree of Zaqqum. Then you will fill bellies therewith. Drink boiling water on top of it. So you will drink the drinking of thirsty camels. That will be their entertainment on the Day of Recompense! We created you, so why do you not believe?" [TMQ Al-Waqi’a: 51-7].
E:
And:
"Por certo, os criminosos estão no extravio e no fogo!" [TMQ Al-Qamar: 47] E:
"Verily the criminals are in misguidance and will burn!" [TMQ Al-Qamar: 47] And:
Depois oramos e invocamos a maldição de Allah sobre os que negam a verdade {Então, quem discutir contigo a respeito dela, depois do conhecimento que te chegou, dize: "Venham, convoquemos nossos filhos e vossos filhos, nossas mulheres e vossas mulheres, e a nós mesmos e a vós mesmos; e supliquemos, para que a maldição de Allah caia sobre os mentirosos."} [TMQ Al-Imran: 61].
"Then we pray and invoke the curse of Allah upon the deniers" [TMQ Al- Imran: 61].
E:
And:
"Que pereçam as mãos de Abu Lahab, e que ele pereça" [TMQ Al-Masad: 1].
"Perish the hands of Abu Lahab and he has perished" [TMQ Al-Masad: 1].
E:
And:
"Verdadeiramente, aquele que te odeia será o cortado" [TMQ Al-Kauthar: 3]. Esta luta intelectual não contradiz a Sua (SWTH) afirmação:
"Verily the one who makes you angry will be cut off" [TMQ Al-Kauthar: 3]. This intellectual struggle does not contradict with His (SWTH) saying:
"Convide para o caminho do seu Senhor com (hikma) e exortação bela. E argumente com eles da melhor maneira. Certamente seu Senhor sabe melhor quem se desviou do Seu caminho, e Ele sabe melhor quem está bem guiado." [TMQ Al-Nahl: 125] Isso porque a (hikma) aqui é a prova intelectual (burhan 'aqli) e a evidência irrefutável (hujjat damigha); e a exortação bela é a lembrança formosa. A lembrança formosa se dá ao impressionar, em conjunto, os pensamentos e as emoções, como em Seu (SWTH) dizer:
"Invite to the way of your Lord with (hikma) and fair preaching. And argue with them with what is better. Verily your Lord knows best who has gone astray from His way and He knows best those who are guided." [TMQ Al-Nahl: 125] This is because the (hikma) here is the intellectual proof (burhan 'aqli) and the irrefutable evidence (hujjat damigha); and the fair preaching is the beautiful reminder. The beautiful reminder is by impressing the thoughts and emotions collectively like His (SWTH) saying:
"Não discutais com os adeptos do Livro, senão da maneira mais amável, exceto com aqueles dentre eles que prevaricaram." [TMQ Al-Ankabut: 46] O que é melhor é afastar-se do seu dano a vós na discussão. Quanto àqueles que prevaricam pela luta ou pela recusa em aceitar a aplicação da regra sobre eles e o pagamento da jizya, discutir com eles é pela espada. Como exemplo de luta intelectual narrada a respeito d'Ele ﷺ, é o que Ibn Abi Sheeba e Abdurrazaq relataram em seus Musnads, bem como os autores da Seerah e outros, de Qatadah, que "o Mensageiro de Allah ﷺ disse a um homem:
"Argue not with the People of the Book except with that which is better except those who do wrong among them." [TMQ Al-Ankabut: 46] That which is better is to turn away from their harm to you in the argument. As for those who do wrong through fighting or refusing the enforcement of the rule upon them and the paying of jizyah, arguing with them is by the sword. As an example of intellectual struggle narrated regarding Him is what ibn Abi Sheeba and Abdurrazaq reported in their Musnads,as well as the writers of the Seerah and others, from Qatadah that "the Messenger of Allah (PBUH) said to a man:
"Embraça o Islã, Abu Al-Harith." O cristão disse: "Eu já abracei o Islã." Então ele disse: "Embraça o Islã, Abu Al-Harith." O cristão disse: "Eu já abracei o Islã." Então ele lhe disse pela terceira vez: "Embraça o Islã, Abu Al-Harith." O cristão disse: "Eu abracei o Islã antes de você." Então ele ficou irritado e disse: "Você mente. Três coisas estão impedindo você de abraçar o Islã: sua compra de vinho (ele não disse: 'seu consumo de vinho'), seu consumo de carne de porco e sua invocação de uma criança para Allah." E As-Sana'ni relatou em seu "Tafsir", a partir de Abdurrazaq, a partir de Qatadah, que Ubayy bin Khalaf trouxe um dente apodrecido, esfarelando-o ao vento, e disse: "Será que Allah dará vida a isto, ó Muhammad?" O Profeta ﷺ disse:
'Embrace Islam, Abu Al-Harith.' The Christian said: 'I have embraced Islam.' So he said: 'Embrace Islam, Abu Al-Harith.' The Christian said: 'I have embraced Islam.' So he said to him the third time: 'Embrace Islam, Abu Al-Harith.' The Christian said: 'I have embraced Islam before you.' So he became angry and said: 'you lie. Three matters barred between you and Islam: Your purchasing of wine (he did not say: 'Your drinking wine'), your eating the pig and your invoking a child for Allah.'" And As-Sana'ni reported in his 'Tafseer' from Abdurrazaq from Qatadah that Ubayy bin Khalaf came with a decaying tooth while scattering it in the wind and said: Will Allah give life to this, O Muhammad? The Prophet (PBUH) said:
"Sim, Allah o fará reviver e depois o fará morrer e o fará entrar no Fogo!" E al-Hakim relatou em "Al-Mustadrak" e o autenticou, a partir de Jabir bin Abdullah (ra), que disse:
"Yes, Allah will give life to it and cause you to die and enter you into the Fire!" And Al-Hakim reported in 'Al-Mustadrak' and authenticated it from Jabir bin Abdullah (ra) who said:
Os Quraysh se reuniram um dia, e Utbah bin Rabi'ah foi até ele e disse: "Ó Muhammad ﷺ, és tu melhor ou Abdullah?"... O Mensageiro de Allah ﷺ permaneceu em silêncio. Então o Mensageiro de Allah ﷺ disse: "Terminaste?" Ele disse: "Sim." Então o Mensageiro de Allah ﷺ recitou: "Bismillah ir-Rahmaan ir-Raheem. Ha Meem. Uma revelação de Allah, ir-Rahmaan, ir-Raheem" até chegar a: "Mas se eles se afastarem, então diz: 'Advertí-vos sobre um raio como o raio de 'Ad e Thamud'" [TMQ Fussilat: 1-13]. Utbah disse-lhe: "Basta, basta. Tens algo além disto?" Ele disse: "Não." Então ele voltou aos Quraysh, e eles disseram: "O que houve contigo?" Ele disse: "Não deixei de lado nada que pensei que dirias a ele sem que eu lhe dissesse." Eles perguntaram: "Ele te respondeu?" Ele disse: "Sim. Por Aquele que ergueu a estrutura, não compreendi nada do que ele disse, exceto que ele vos advertiu sobre um raio como o raio de 'Ad e Thamud." Eles disseram: "Ai de ti! Um homem falou-te em árabe e não sabes o que ele disse?" Ele disse: "Não, por Allah, não compreendi nada além da menção ao raio." Isto é parte do que foi narrado a partir dele ﷺ sobre a luta intelectual.
"Quraysh convened one day and Utbah bin Rabi'ah came to him and said: O Muhammad, are you better or Abdullah?...The Messenger of Allah was silent. Then the Messenger of Allah said: Have you finished? He said: Yes. So the Messenger of Allah recited: 'Bismillah ir-Rahmaan ir-Raheem. Ha Meem. A revelation from Allah, ir- Rahmaan, ir-Raheem' until he reached: 'But if they turn away, then say: 'I have warned you of a lightning bold like the lightning bolt of 'Ad and Thamud' [TMQ Fussilat: 1-13] Utbah said to him: It is enough, it is enough. Have you anything other than this? He said: No.So he returned to Quraysh and they said: What is behind you? He said: I did not leave anything that I thought you would say to him except that I said to him. They said: Did he answer you? He said: Yes. By the One who set upright the structure, I understood nothing of what he said except that he warned you of a lightning bolt of 'Aad and Thamud. They said: Woe unto you, a man spoke to you in Arabic and you do not know what he said? He said: No, by Allah, I understood nothing except mentioning the lighting bolt." This is some of what was narrated from him of intellectual struggle.
Da mesma forma, alguns dos Sahabah faziam isso. Disso é o que Ibn Ishaq narrou com sua cadeia de transmissão a partir de Az-Zubair, que disse: "O primeiro a recitar o Alcorão em voz alta em Makkah após o Mensageiro de Allah ﷺ foi 'Abdullah bin Mas'oud (ra). Ele disse: Certo dia, os companheiros do Mensageiro de Allah ﷺ se reuniram e disseram: Por Allah, os Quraysh ainda não ouviram o Alcorão sendo recitado em voz alta; então, qual homem os fará ouvi-lo? 'Abdullah bin Mas'oud disse: Eu. Eles disseram: Temos receio de que eles se voltem contra você. Queremos alguém que tenha parentes que o protejam das pessoas caso tenham más intenções contra ele. Ele disse: Deixem-me. Allah (SWTH) me protegerá. Ele disse: No dia seguinte, Ibn Mas'oud foi ao maqam (de Ibrahim, na Ka'aba) no meio da manhã e recitou:
Likewise, some of the Sahabah would do this. Of this is what ibn Ishaq narrated with his chain from Az-Zubair who said: "The first to loudly recite the Qur'an in Makkah after the Messenger of Allah was 'Abdullah bin Mas'oud (ra). He said: The companions of the Messenger of Allah assembled one day and said: By Allah, the Quraysh have not heard the Qur'an being loudly recited yet, so which man will make them hear it? 'Abdullah bin Mas'oud said: Me. They said: Verily we fear them against you. We intend a person who has kinsfolk who protect him from the people if they have evil designs upon him. He said: Leave me. Allah (SWTH) will protect me. He said: On the morrow, bin Mas'oud came to the maqam (of Ibrahim at the Ka'aba) in the forenoon and recited:
'Ar-Rahmaan. Ensinou o Alcorão' [TMQ Ar-Rahman: 1-2]. Então ele os enfrentou recitando-o. Disse: Eles o contemplaram e então começaram a perguntar: O que o filho de Umm 'Abd está dizendo? Ele disse: Então disseram: Ele está recitando parte do que Muhammad ﷺ trouxe. Assim, levantaram-se e começaram a golpear seu rosto, e ele continuou recitando o que Allah quis que ele alcançasse. Depois, retirou-se para junto de seus companheiros, e seu rosto havia sido afetado. Disseram-lhe: Isto é o que temíamos por você. Ele disse: Os inimigos de Allah nunca me pareceram tão desprezíveis quanto agora, e, se quiserem, eu voltarei amanhã para fazer o mesmo. Disseram: Não, basta para você o que disse. Você os fez ouvir o que detestam." E Ibn Kathir relatou em 'Jami' Al-Masaneed wa As-Sunan': "De Hatib, a quem o Mensageiro de Allah ﷺ enviou a Juraij bin Mina, que era o Muqawqis de Alexandria, e este lhe disse: Por que o seu Profeta não invoca contra os que o expulsaram de sua terra? Ele lhe respondeu: Assim como o seu Profeta não invocou contra os que pretendiam matá-lo, até que Allah o elevou para Si. Ele lhe disse: Você agiu bem. Você é um homem sábio vindo de um homem sábio." E Al-Hakim relatou em 'Al-Mustadrak' e disse (é) saheeh segundo as condições dos dois Sheikhs (Al-Bukhari e Muslim): "De Abu Musa (ra), que disse: O Mensageiro de Allah ﷺ nos ordenou partir para a terra de An-Najashi. Isso chegou aos Quraysh, e eles enviaram Amru bin Al-As e 'Amara bin Al-Waleed, e reuniram presentes para An-Najashi. Vieram até nós e se apresentaram a An-Najashi, chegaram a ele com presentes, beijaram-no e prostraram-se diante dele. Então Amru bin Al-As disse: Na verdade, um grupo de nós desprezou nossa religião, e eles estão em sua terra. An-Najashi lhe disse: Em minha terra? Ele disse: Sim. Ele disse: Enviem-nos a mim. Ja'far nos disse: Que nenhum de vocês fale. Eu sou o seu porta-voz hoje. Então chegamos ao Najashi enquanto ele estava sentado em sua assembleia, com Amru à sua direita e 'Amara à sua esquerda, e os sacerdotes e monges sentados (samatin). Amru e 'Amara disseram-lhe: Eles não se prostram diante de ti. Quando chegamos até ele, os sacerdotes e monges que estavam com ele nos repreenderam: Prostrai-vos diante do vosso rei. Ja'far disse: Nós não nos prostramos senão diante de Allah. An-Najashi perguntou-lhe: E quem é esse? Ele respondeu: Verdadeiramente, Allah (SWT) enviou entre nós o Seu (SWT) Mensageiro, e ele é o Mensageiro que Isa anunciou (que viria) depois dele, cujo nome é Ahmad. Ele nos ordenou que adorássemos Allah sem associar nada a Ele, que estabelecêssemos a oração, pagássemos a zakat,
'Ar-Rahmaan. Has taught the Qur'an' [TMQ Ar-Rahman: 1-2]. Then he faced them reciting it. He said: They contemplated it then began asking: What is ibn Umm 'Abd saying? He said: Then they said: He is reciting some of what Muhammad came with. So they stood and began striking upon his face and he maintained reciting what Allah willed that he reaches. Then he left to his companions, and he had been affected in the face. They said to him: This is what we feared for you. He said: The enemies of Allah were no more contemptible to me than now, and if you wish I will awake for the like tomorrow. They said: No, it is enough for you, what you said. You have made them hear what they detest." And ibn Kathir reported in 'Jami' Al-Masaneed wa As-Sunan': "From Hatib whom the Messenger of Allah (PBUH) had sent to Juraij bin Mina who was the Muqawqis of Alexandria who said to him: Why does your Prophet not invoke against those who expelled him from his land? He said to him: Just as your Prophet did not invoke against those who intended to kill him until Allah raised him to Him. He said to him: You have acted well. You are a wise man coming from a wise man." And Al- Hakim reported in 'Al-Mustadrak' and said (it is) saheeh upon the conditions of the two Sheikhs (Al-Bukhari and Muslim): "From Abu Musa (ra) who said: The Messenger of Allah commanded us to depart to the land of An-Najashi. That reached Quraysh and they sent Amru bin Al-As and 'Amara bin Al-Waleed, and they collected gifts for An- Najashi. They came to us and advanced to An-Najashi, arrived to him with gifts, kissed him and prostrated to him. Then Amru bin Al-As said: Verily a folk from us disliked our religion and they are in your land. An- Najashi said to him: In my land? He said: Yes? He said: Send them to me. Ja'far said to us: Let none of you speak. I am your speaker today. So we reached An-Najashi while he was sitting in his assembly, Amru at his right and 'Amara at his left, and the priests and monks seated (samatin). Amru and Amara said to him: They do not prostrate to you. When we reached him, the priests and monks with him chided us: Prostrate to your king. Ja'far said: We do not prostrate except to Allah. An-Najashi said to him: And who is that? He said: Verily Allah (SWTH) sent among us His (SWTH) Messenger, and he is the Messenger that Isa prophesied (to come) after him whose name is Ahmad. He commanded us to worship Allah without associating anything with Him, to establish the prayer, pay the zakat,
e ele nos ordenou o bem e nos proibiu o mal. Ele disse:
and he commanded us the good and forbade us from the evil. He said:
Suas palavras maravilharam o povo. Quando Amru viu isso, disse-lhe: Que Allah prospere o rei. Eles se opõem a você em relação a Isa bin Maryam. Então An-Najashi perguntou a Ja'far: O que diz o seu companheiro sobre o filho de Maria? Ele respondeu: Ele diz sobre ele a declaração de Allah: Ele é o espírito de Allah e Sua palavra, que Ele lançou sobre a virgem donzela com quem nenhum homem se aproximara. Então An-Najashi pegou um graveto do chão, ergueu-o e disse: Ó sacerdotes e monges, estes não ultrapassam a largura disto, aquilo que dizeis sobre Isa bin Maryam. Bem-vindos a vós e àquele de quem viestes. Em verdade, testemunho que ele é o Mensageiro de Allah ﷺ, e que ele é aquele que Isa bin Maryam profetizou. Não fosse pelo que tenho de reinado, eu iria até ele para carregar as suas sandálias. Permaneçam em minha terra pelo tempo que desejarem. E ordenou que lhes fossem providenciados alimento e vestimenta. E disse: Devolvei a estes dois os seus presentes. Ahmad relatou este hadith de forma mais extensa, por meio de Umm Salamah (ra), e ele é mais detalhado do que o hadith de Abu Musa (ra). Al-Haithami o relatou em Al-Majma'a e disse: Seus narradores são os narradores dos hadiths saheeh, exceto Ibn Ishaq, e ele afirmou explicitamente que ouviu o hadith. Os muçulmanos continuaram a lutar contra as religiões e civilizações da descrença após a morte dele ﷺ, numa luta intelectual e militar, como se verá adiante, até que o Islam se espalhou pelas regiões do mundo antigo, salvo uma pequena parte. As pessoas entraram no Islam em multidões, abandonaram suas religiões e civilizações anteriores e tornaram-se uma única nova Ummah: sua ‘aqeedah una, seus pensamentos unos, sua visão de vida una, seu sistema uno, seu interesse uno e seu ideal mais elevado uno, a saber, exaltar a palavra de Allah. Assumiu a posição de estado líder do mundo, e suas cidades tornaram-se centros de irradiação do pensamento esclarecido, da ‘aqeedah do tawheed e da Shari'ah justa. Eles carregaram o Livro e a Sunnah, e a língua árabe, para o mundo, de modo que o Islã se tornou a ideologia de todos, e o interesse pela língua árabe tornou-se grande, até que surgiram entre eles mujtahidoon e estudiosos da língua, sem distinção entre árabe e não árabe, até que se tornaram irmãos pela graça de Allah. Hoje, vemos uma campanha perversa contra a língua árabe para separá-la do Islã, por meio de estilos maliciosos como o apelo ao coloquialismo, a escrita das outras línguas dos muçulmanos com o alfabeto latino e a consideração das línguas coloquiais locais como se fossem árabe. Sabe-se que é impossível que quem não conhece o árabe compreenda o Islã, quanto mais realizar ijtihad com ele. Eles querem que o árabe se torne como o latim e o siríaco, de modo que ninguém compreenda o Islã exceto os especialistas nesta língua não utilizada. Na realidade, querem que ela se torne uma língua morta. Como poderia quem não entende árabe compreender a notícia (khabar), a composição (insha'a), o comando ('amr), a proibição (nahy), o literal (haqeeqa) e o metafórico (majaz), a razão ('illah), a causa (sabab), a condição (sharT), o impeditivo (maan'i), o geral (a'amm), o específico (khaas), o absoluto (mutlaq), o restrito (muqayyad), as indicações do texto explícito (mantooq) e do implícito (mfhoom) e a necessidade (iltizam), os significados das letras, a conjugação, a gramática etc.? Todos estes são necessários para compreender os textos da Shari'ah. Quem convoca a isso é inimigo do Islã, e quem entre os muçulmanos se deixa enganar por estas falsidades é tolo.
No entanto, a adoção da religião de Allah (SWTH) não foi geral nem completa, nem mesmo entre os próprios árabes. As religiões e civilizações derrotadas permaneceram presentes. Elas estavam fracas no início, devido ao desaparecimento do ambiente que permitia o seu crescimento. Assim, o movimento dos hereges (zanadiqa) fracassou e foi suprimido. Contudo, o descuido com a língua árabe, depois, levou ao fechamento das portas do ijtihad e à confusão na compreensão das regras, o que enfraqueceu o Estado até que se tornou em pequenos estados. Alguns pensamentos das civilizações antigas infiltraram-se entre os muçulmanos, como a ideia de ascetismo e de castigar o corpo, vinda da filosofia hindu, o tribalismo em alguns, as ideias de significados ocultos e secretos (batiniyya) em outros, e a inclinação a separar-se do centro do Califado, o que enfraqueceu o Estado e interrompeu as conquistas. Pelo contrário, os Cruzados e os Tártaros cobiçaram-no, até que os Otomanos chegaram e unificaram a maior parte das regiões do Estado sob a sua autoridade e retomaram as conquistas. Contudo, o caráter militar predominou sobre ele sem que se transmitisse a ideologia da maneira correta, de modo que os povos das terras conquistadas não se fundiram no cadinho do Islã como ocorrera nas primeiras conquistas. É possível perceber a diferença entre os povos uzbeque, tajique, pashtun, turco, berbere, indiano, (Ad-Deelam), turcomano e curdo, o seu amor pelo Islã e a sua aderência a ele, e os povos conquistados no período otomano, como os sérvios, gregos, húngaros, croatas, romenos e outros. Estes conspiraram rapidamente com o Ocidente contra o Islã e o seu Estado, e nunca se abstiveram sempre que lhes foi oferecida uma oportunidade de vingança. Depois, começaram as invasões culturais e missionárias contra o Islã, até que a civilização ocidental alcançou a destruição do Estado Islâmico, fragmentou-o e dividiu a comunidade (jama’ah) dos muçulmanos. O Capitalismo Ocidental não parou nesse limite; pelo contrário, trabalhou para espalhar entre os muçulmanos os seus conceitos de nacionalismo, patriotismo, democracia, liberdade, cânones feitos pelo homem e fronteiras imaginárias. Nomeou sobre esses pequenos Estados governantes corruptos, aliados a ele, que consolidam a sua influência e os seus conceitos, protegem os seus interesses, preservam a divisão, desviam-se do caminho de Allah e se opõem a toda pessoa sincera que tente libertar-se do seu laço. Foram auxiliados nisso por intelectuais agentes que convidam aos pensamentos ocidentais com paixão, defendem-nos e lutam contra a civilização islâmica, ficando, com sinceridade cega, ao lado do inimigo da Ummah. Os inimigos cruzados e os seus agentes entre as pessoas influentes nos países muçulmanos colocaram sob o seu controlo os meios de comunicação e a educação, e assim tornaram-se desencaminhados e desencaminhadores. Este assalto intelectual não parou, e o apelo aos conceitos da civilização ocidental, àquilo que chamam liberdades, democracia, pluralismo, sociedade civil, Estado de instituições, direitos humanos, direitos das mulheres, vínculo patriótico, diálogo religioso etc., está em plena marcha. Assim, é verdadeiramente considerado uma luta intelectual violenta entre duas civilizações: a islâmica e a capitalista. Este choque é tão claro que não requer provas, pois o vivemos diariamente, por mais que alguns intelectuais e capitalistas influentes tentem ocultá-lo, através da distorção e do engano. Por exemplo, encontramos o ex-presidente americano Nixon dizer em "A Oportunidade Favorável (al-fursa as-saniha)": "O nosso isolamento contradiz os nossos valores e crenças religiosas, que apelam a espalhar a virtude por todo o mundo." Diz também no seu livro "Vitória sem Guerra": "A ideologia islâmica revolucionária é uma reação contra a modernização. O comunismo promete fazer girar para frente o ponteiro da história, e o fundamentalismo islâmico o faz girar para trás… Os revolucionários comunistas e islâmicos são inimigos ideológicos que adotam um objetivo comum: o desejo de alcançar o poder por quaisquer meios necessários, com o objetivo de impor uma ditadura dominante baseada em seus ideais, que são insuportáveis." Encontramos Berlusconi, o atual primeiro-ministro italiano, dizendo: "Devemos estar cientes da superioridade de nossa civilização. O Oriente continuará orientado para a civilização do Ocidente, e essa orientação aumentará. Isso aconteceu uma vez no mundo comunista e também aconteceu em partes do mundo islâmico." Teri Larson, coordenadora do processo de Oslo, saudou a inclinação dos muçulmanos da Palestina em direção à normalização com o Ocidente. Um membro da delegação judaica em Oslo e Wye River, Ori Speer, mencionou em seu livro 'O Curso (Al-Maseera)': "Os lenços começaram a desaparecer das cabeças das mulheres, e os vestidos começaram a ser encurtados na parte inferior, algo que Larson saudou, considerando-o uma inclinação em direção à normalização com o Ocidente." Na verdade, as mulheres não ousariam fazer isso durante a primeira Intifada, antes de Oslo. Encontramos também Phyllis Oakley, ex-Subsecretária de Estado, dizendo: "Concordamos com aqueles que afirmam que o choque de civilizações não pode ser evitado." Madeleine Albright, ex-secretária de Estado dos EUA, disse: "Fomos atacados por causa de nossa identidade. Aderimos à globalização e defendemos a democracia, a liberdade e a sociedade aberta. Esta é a essência da América, da qual não podemos recuar" (revista Al-Quds, citando as palavras traduzidas de Nathan Charles, Washington). Paul Kennedy, professor de História da Universidade americana de Yale, diz: "É difícil evitar concluir que o perigo de ataques terroristas não cessará. Também não alcançamos grande sucesso em impedir a ocorrência desses ataques." O gênio saiu do gargalo da garrafa e carrega o espírito de vingança; e a bomba de carro tornou-se agora a bomba de avião" (revista Al-Quds, em palavras traduzidas de 22/9/2001). O então presidente judeu, Herzog, declarou perante o parlamento polonês em 1992: "A epidemia do fundamentalismo islâmico espalha-se rapidamente. Nem representa perigo apenas para o povo judeu; antes, para toda a humanidade" (revista Al-'Arabi, número 514). Shimon Peres disse: "O fundamentalismo tornou-se o maior perigo da época após o colapso do comunismo" (revista Al-'Arabi, número 514). Cyrus Vance, ex-secretário de Estado norte-americano, disse: "Devemos ser cautelosos e determinados ao lidar com estes fanáticos, cujas ações são impossíveis de prever" (revista Al-'Arabi, número 514). A enciclopédia cultural francesa afirma que Muhammad ﷺ é: "Anticristo, sequestrador de mulheres e o maior inimigo do intelecto humano."
Estes e seus semelhantes declaram explicitamente a sua inimizade ao Islã, e as suas declarações são uma indicação clara de que praticam, com a sua civilização capitalista, uma luta intelectual violenta contra a civilização islâmica. No entanto, existe outro grupo que tenta lançar cinzas aos olhos e iludir os muçulmanos, a fim de perpetuar a sua anestesia e fazê-los desistir de gerar mudança, enquanto não são menos hostis ao Islã e ao seu povo. Assim, encontramos o ex-presidente americano Clinton dizer: "O nosso inimigo no Oriente Médio é o extremismo", e ele rejeitou a ideia do choque de civilizações. Da mesma forma, disse que a luta atual não tem qualquer relação com o Islã; trata-se, contudo, de uma luta contra forças extremistas que se escondem atrás da religião e do nacionalismo. Acrescentou dizendo que isso contradiz os ensinamentos islâmicos e enfatizou que o Islã é uma força poderosa de tolerância e moderação no mundo" (revista Al-'Arabi, número 514). Louis Michel, ministro dos Negócios Estrangeiros belga, comentando as declarações acima mencionadas de Berlusconi, diz: "Quando um primeiro-ministro de um Estado-membro da União Europeia fala com esta lógica, isso é completamente rejeitado. A visão de que qualquer civilização é melhor ou está numa posição mais avançada do que outras civilizações é considerada contrária aos valores europeus, nos quais todos acreditamos" (círculo de estudo acima mencionado da Al-Jazeera). Até Bush Jr., que declarou abertamente a "Cruzada" e a anunciou, isso não o impediu de visitar o Centro Islâmico em Washington e de descrever o Islã como uma religião de paz. Semelhante a ele é o seu parceiro nesta campanha, o primeiro-ministro britânico Blair, que descreveu o Islã como sendo uma religião de paz, e usou como prova o significado do nobre versículo:
These and their like explicitly state their enmity to Islam, and their statements are a clear indication that they practice with their Capitalist civilisation violent intellectual struggle against the Islamic civilisation. However, there is another group that attempts to blow ashes in the eyes and delude Muslims, in order to perpetuate their anaesthetisation and make them desist from generating change, while they are not less hostile to Islam and its people. So we find the former American president Clinton say: "Our enemy in the Middle East is extremism, and he rejected the idea of the clash of civilisations. Similarly he said that the current struggle has no relationship with Islam; it is however a struggle against extremist forces that hide with religion and nationalism. He added saying: that it contradicts with Islamic teachings and emphasised that Islam is a powerful force for tolerance and moderation in the world" (Al-'Arabi magazine number 514). Louis Mitchell, Belgian foreign secretary, says in comment upon the above-mentioned statements of Berlusconi: "When a prime minister of a member state of the European Union speaks with this logic, this is completely rejected. The view that any civilisation is better or of more advanced position than other civilisations is considered as contradicting European values in which we all believe" (above mentioned study circle of Al-Jazeera). Even Bush Jr. who declared openly the 'Crusade' and announced it, this did not prevent him from visiting the Islamic Centre in Washington and describing Islam as a deen of peace. Similar to him is his partner in this campaign, the British Prime Minister Blair, who described Islam as being a deen of peace, and he used as evidence the meaning of the noble ayah:
"Quem matar uma alma, sem que seja por outra alma ou por corrupção na terra, é como se tivesse matado toda a humanidade" [TMQ Al-Mai'dah: 32]. É imperativo que os muçulmanos não se deixem enganar pelas palavras enganosas ditas por gente como essas, pois as suas ações revelam os seus sentimentos profundamente arraigados, e não as suas falsas palavras, que não enganam um muçulmano.
"Whoever kills a soul for other than a soul or (to spread) mischief in the earth, it is as if he killed all of mankind" [TMQ Al-Mai’dah: 32]. It is imperative that Muslims are not beguiled by deceptive words said by the like of these, for their deeds reveal their deep rooted feelings, not their false words, which do not fool a Muslim.
Esses homens conhecem o Islã em sua realidade, até melhor do que alguns muçulmanos. Nixon, o ex-presidente americano, cujas declarações já mencionamos, suas declarações: "Seus ideais, que não podem ser acessíveis… O fundamentalismo os faz retroceder… Os islamistas são inimigos ideológicos", encontramos ele dizer em seu livro 'The Favourable Opportunity': "O Islã não é apenas uma religião; antes, é a base de uma grande civilização." Assim, ele distingue o Islã do Cristianismo, e diz no mesmo livro, em sua discussão sobre os fundamentalistas: "Eles estão determinados a restaurar a civilização islâmica anterior, revivendo o passado, e pretendem implementar a Sharia islâmica e anunciar que o Islã é uma religião (dīn) e um Estado." Além disso, ele diz: "Entretanto, nossa civilização não é mais avançada que a deles. O mundo islâmico lutou contra o comunismo com mais força do que o mundo ocidental lutou contra ele, e a rejeição dos bens materiais e os excessos imorais generalizados no mundo ocidental são um mérito para eles, e não contra eles." Assim como você vê que ele é sincero em tais palavras, elas, porém, não o impediram de anunciar que somos inimigos ideológicos. Tampouco o impediram de conspirar contra os muçulmanos e auxiliar os judeus contra eles. Assim ele diz em seu livro 'Victory without War': "Nosso compromisso com a sobrevivência de Israel é um compromisso profundo. Não somos aliados oficiais. Antes, o que nos une é algo maior do que quaisquer pedaços de papel. É um compromisso moral, um compromisso que nenhum presidente no passado abandonou; e todo presidente futuro o cumprirá com sinceridade. A América jamais permitirá que os inimigos de Israel, que juraram infligir-lhe danos graves, realizem seu objetivo de destruí-la." Ele também diz em seu livro 'The Favourable Opportunity': "Para proteger os governos democráticos ameaçados, como Israel e Coreia do Sul, estamos dispostos a usar o poder militar, se necessário." Ele também diz: "Nenhum presidente ou Congresso americano jamais permitirá a destruição de Israel." Essas pessoas compreendem a realidade do Islã e de sua civilização; no entanto, insistem em seu kufr, em sua inimizade e em seus artifícios. Isso não é estranho. O muçulmano pode compreender a civilização ocidental melhor do que alguns de seus próprios filhos, e ainda assim permanecer sincero com a sua religião e civilização, assim como o contrário também pode ocorrer. Por isso, é imperativo que os muçulmanos não se deixem enganar por esse tipo de declaração.
These people know Islam in its reality, rather even better than some Muslims. Nixon, the former American president, whose sayings we have already mentioned his sayings: "Their ideals which cannot be afforded…Fundamentalism turns it backwards…Islamists are ideological enemies", we find him say in his book 'The Favourable Opportunity': "Islam is not merely a religion; rather it is a basis for a great civilisation." So he distinguishes between Islam from Christianity, and he says in the same book in his discussion about fundamentalists: "They are determined to return the previous Islamic civilisation through reviving the past, and they aim to implement the Islamic Shari'ah and announce that Islam is a deen and a State." Furthermore he says: "However, our civilisation is not more advanced than their civilisation. The Islamic world fought communism with more strength than the Western world fought it, and their rejection of material things and the widespread immoral excesses in the Western world is a credit for them and not against them." Just as you see that he is sincere in such words; they, however, did not prevent him from announcing that we are ideological enemies. They also did not prevent him from conspiring against Muslims and assisting Jews against them. So he says in his book 'Victory without War': "Our commitment to the survival of Israel is a profound commitment. We are not official allies. Rather what binds us together is something greater than any paper scraps. It is a moral commitment, a commitment that no president in the past ever abandoned; and every future president will fulfil it with sincerity. America will never permit Israel's enemies who swore to inflict grievous damage upon her to realise their goal in destroying her." He also says in his book 'The Favourable Opportunity': "In order to protect the threatened democratic governments such as Israel and South Korea, we are prepared to use military power if necessary." He also says: "No American president or Congress will ever be able to permit the destruction of Israel." These people understand the reality of Islam and its civilisation; however they insist upon their kufr, enmity and tricks. This is not strange. The Muslim might understand the Western civilisation more than some of its sons, yet still he remains sincere to his deen and civilisation, just as the contrary can occur. So it is imperative that Muslims are not fooled by these types of statements.
A existência do Califado bem guiado, segundo o caminho da Profecia, é a pedra angular fundamental no confronto entre o Islam e a kufr. É ingenuidade e falta de compreensão confinar a luta, em suas várias formas, a meras atividades de da'wah nos diversos tipos de mídia, à escrita de livros e aos contatos individuais, num tempo em que o Islam não está implementado e a situação dos muçulmanos é deplorável em fraqueza, humilhação, atraso e divisão. Uma vez que o Estado exista, então a justiça, a dignidade, a felicidade, a humanidade e todo tipo de bem se manifestarão nele; e os próximos e os distantes, muçulmanos e kafir, perceberão isso. Sua existência substituirá os milhões de livros e contatos e os milhares de tipos de mídia. Se ao que foi mencionado antes se somar sua existência, verás pessoas entrando na religião de Allah em multidões.
The existence of the rightly guided Khilafah upon the way of Prophethood is the fundamental cornerstone in the clash between Islam and kufr. It is naivety and poor understanding to confine the struggle with its various forms to mere da'wah in the various types of media, writing books and individual contacts, at the time wherein Islam is not implemented and the situation of Muslims is deplorable in weakness, disgrace, backwardness and division. Once the State existed, then justice, dignity, happiness, humanity and every type of goodness will be manifested in it; and the near and distant, Muslim and kafir will notice that. Its existence will replace the millions of books and contacts, and thousands of types of media. If what was mentioned before is added to its existence, you will see people entering the deen of Allah in crowds.