3.1 Estabelecendo a autenticidade da Sahifah
3.1 Establishing the authenticity of the Sahifah
Resta ainda uma questão importante: um objetor pode alegar que a Sahifah de Al-Madinah foi transmitida de forma Mursal (isto é, relatada por um Tabi‘i sem menção do Sahabi na cadeia de transmissão), e que não temos conhecimento de nenhuma cadeia de transmissão Muttasil (isto é, contínua e completa) para ela. Consequentemente, ela não se sustenta como prova e não é permitido usá-la para fins de dedução. Dizemos: o assunto não é assim. Antes, trata-se de uma transcrição de um documento escrito, transcrito por transmissores geração após geração, o que se evidencia pela proximidade das expressões textuais, e que poderíamos chamar de congruente ou em conformidade. Ela chegou por meio de uma multidão de vias de transmissão que são, sem dúvida, contínuas e completas em sua cadeia de transmissão, e as quais discutiremos em seu devido tempo. Assim, buscando a orientação de Allah, dizemos: ela é Sahih (autêntica) e se sustenta como evidência e prova. Se esta Sahifah tivesse vindo dos judeus ou dos cristãos, esses objetores estariam totalmente de acordo com ela. São as mesmas pessoas que nos têm atormentado com suas cadeias de narração Mursal e Munqati‘ (interrompidas), que alegam ter sido escritas sob a guarda do espírito santo! Passaremos agora a apresentar um estudo detalhado e minucioso das cadeias de transmissão da Sahifah de Al-Madinah, uma cadeia após a outra:
One important issue remains and this is that an objector may say in objection that the Sahifah of Al-Madinah has been transmitted in a Mursal (i.e. related by a Taabi’ without mention of the Sahabi in the chain) manner and we are not aware of any Muttasil (i.e. continuous and complete) chain of transmission for it. Consequently, it does not stand up as a proof and it is not permissible for it to be used for the purpose of deduction. We say: The matter is not like that. Rather, it is a transcription of a written document that has been transcribed by transmitters generation following generation, which is apparent from the closeness of the worded expressions and which we could call congruous or in accord. It has come via a host of transmission paths which are without doubt continuous and complete in their chain of transmission and which we will come to discuss in due course. As such, whilst seeking guidance from Allah, we say: It is Sahih (authentic) and stands up as evidence and proof. Had this Sahifah come from the Jews or the Christians we would have these objectors going fully along with it. These are the same people who have pained our heads with their Mursal and Munqati’ (interrupted) chains of narrations which they claim to have been written whilst being guarded by the holy spirit! We will now present a detailed and meticulous study of the chains of transmission of the Sahifah of Al-Madinah, one chain following another:
A primeira Isnad (cadeia de transmissão): Conforme registrado por Al-Baihaqi:
The first Isnad (chain of transmission): As recorded by Al-Baihaqi:
“Abu Abdullah Al-Hafizh, relatado por Abu Al-‘Abbas Muhammad bin Ya’qub, por meio de Ahmad bin Abdul Jabbar, por meio de Yunus bin Bukair, por meio de Ibn Ishaq, por meio de Uthman bin Muhammad bin Uthman bin Al-Akhnas bin Shariq, que disse: Foi retirado da família de ‘Umar bin Al-Khattab, que Allah esteja satisfeito com ele. Estava anexado ao documento escrito sobre As-Sadaqah que ‘Umar havia escrito aos governadores”.
“Abu Abdullah Al-Hafizh, related from Abu Al-‘Abbas Muhammad bin Ya’qub, from Ahmad bin Abdul Jabbar, from Yunus bin Bukair, from Ibn Ishaq, from Uthman bin Muhammad bin Uthman bin Al-Akhnas bin Shariq who said: It was taken from the family of ‘Umar bin Al- Khattab, may Allah be pleased with him. It had been attached to the written document of As-Sadaqah which ‘Umar had written to the governors”.
- Quanto ao Imam Al-Baihaqi, ele é: Al-Hafizh, Al-‘Alamah, o estabelecido, o Faqih (jurista), Sheikh ul-Islam, Abu Bakr Ahmad bin Al-Husain bin ‘Ali bin Musa Al-Khusrawjirdi. Isto é de acordo com “Siyar A’alam An-Nubulaa’” (35/145/86). - Abu Abdullah Al-Hafizh é: Al-Hakim Muhammad bin Abdullah bin Muhammad bin Hamduwaih; o Imam, Al-Hafizh, o Naqid (crítico), Al-‘Alamah, Sheikh ul Muhaddithin, Abu Abdullah bin Al-Bayyi’ Ad- Dabbiy At-Tahmaniy An-Naisaburiy Ash-Shafi’iy e autor de obras literárias. Isto é de acordo com “Siyar A’alam An-Nubulaa’” (33/157/100).
- As for Imam Al-Baihaqi, then he is: Al-Hafizh, Al-‘Alamah, the established, the Faqih (jurist), Sheikh ul-Islam, Abu Bakr Ahmad bin Al-Husain bin ‘Ali bin Musa Al-Khusrawjirdi. This is according to “Siyar A’alam An-Nubulaa’” (35/145/86). - Abu Abdullah Al-Hafizh is: Al-Hakim Muhammad bin Abdullah bin Muhammad bin Hamduwaih; the Imam, Al-Hafizh, the Naqid (critic), Al-‘Alamah, Sheikh ul Muhaddithin, Abu Abdullah bin Al-Bayyi’ Ad- Dabbiy At-Tahmaniy An-Naisaburiy Ash-Shafi’iy and author of literary works. This is according to “Siyar A’alam An-Nubulaa’” (33/157/100).
- Abu Al-‘Abbas Muhammad bin Ya’qub bin Yusuf bin Ma’qil bin Sinan Al-Umawiy, Mawla Bani Umayyah An-Naisaburiy Al-Asammu (o surdo) (falecido em 346 AH). Ele foi o Muhaddith de sua época, sem qualquer rival que disputasse essa posição. Isso consta em “Tarikh ul-Islam” (7/841/243). Ninguém questiona os eruditos como estes, exceto aquele cuja mente é deficiente. - Ahmad bin Abdul Jabbar: Resumimos o seu caso no apêndice, sob o título: “A autenticação de Ahmad bin Abdul Jabbar Al-‘Utaridiy”. Nele afirmamos: [Ahmad bin Abdul Jabbar bin Muhammad Al-‘Utaridiy, Abu ‘Umar Al-Kufi, não tem qualquer problema ou defeito associado a ele. Sua transmissão da Seera é autêntica, e ele é confiável para ser usado como evidência. Pertencia à décima geração (ou seja, nível da cadeia de transmissão). Faleceu no 72º ano (isto é, no ano 172 AH), aos 95 anos de idade]. Isto serve para corrigir a grave falha em que incorreu o Imam Al-Hafizh ibn Hajar Al-Asqalani, quando disse em “Taqrib At-Tahdhib” (1/81/64): [Ahmad bin Abdul Jabbar bin Muhammad Al-‘Utaridiy, Abu ‘Umar Al-Kufi, é Da’if (fraco), e sua transmissão da Seera é autêntica, da décima geração (ou seja, nível da cadeia de transmissão). Não se estabeleceu que Abu Dawud tenha transmitido dele. Faleceu no 72º ano (isto é, no ano 172 AH), aos 95 anos de idade]. Serve também para refutar Abdul Qadir Al-Muhammadi, um dos seguidores de Al-Hafizh e um dos reivindicadores de “An-Nazhar Wa t-Tahqiq” (Exame e verificação), que escreveu no portal “Ahl ul-Hadith” online em 19/03/2007, ao discutir as linhas de transmissão do Sahifah de Al-Madinah. Ele mencionou uma série de transmissões incompletas de alguns dos Imams e concluiu afirmando: [Al-Hafizh ibn Hajar disse: Ele é Da’if (fraco) e sua audição ou transmissão da Seera é Sahih (autêntica). Eu digo: Não se depreende dessa afirmação de Ibn Hajar que ele seja Thiqah (confiável) quanto à Seera! Antes, sua intenção era apenas afastar a suspeita de Tadlis (ou seja, má interpretação na cadeia de transmissão) a partir dele, porque ele havia sido acusado disso, como foi mencionado anteriormente. Isso se deve a que ele ouviu (recebeu) o "Maghaziy" (isto é, a Seera) desde jovem, junto com seu pai, de Yunus bin Bukair Ash-Shaibani. Ele foi acusado de que "os livros que narra eram, na verdade, de seu pai e que ele havia afirmado tê-los recebido (ouvido) junto com ele". Al-Hafizh (Al-Asqalaniy) quis estabelecer que ele os recebeu diretamente e Al-Khatib transmitiu uma narrativa que deixa clara a autenticidade de sua audição de Yunus. Isso ocorre no caso em que ele transmitiu, com sua cadeia, de Muhammad bin Al-Hasan bin Humaid bin Ar-Rabee', de seu pai, o seguinte: "… Perguntaram a Abu Kuraib sobre o Maghaziy (isto é, a Seera) e ele disse: 'Vão ver um jovem em Al-Kunas. Seu nome é Al-'Utaridiy, e ele o ouviu junto conosco e com seu pai'. Então, fomos até ele e ele disse: 'Não sei onde está. Desde o tempo em que o ouvi, não olhei mais para ele. No entanto, está em Qimatr (onde são guardados os livros), que contém livros, então procurem lá'. Procurei e o encontrei, e havia excrementos de pombos sobre ele. Ele o havia registrado com seu pai numa escrita antiga. Pedi que me desse e me permitisse publicá-lo, e assim ele fez". Se esta narrativa for confirmada, então o narrador classifica sua memória (de cor) como fraca, pois ele a havia esquecido e não se lembrava dela. Também deixou clara a fraqueza de seu zelo por ela (o livro), pois o havia deixado na torre com pombos, a ponto de ter excrementos de pombos sobre ele! Consequentemente, o homem é Da'if (fraco), assim como os Imams especialistas nesta matéria afirmaram.] [Fim da citação]. Este também é um texto registrado nos arquivos do "The Ahl ul-Hadith Portal" na biblioteca do programa Shamela (2 - 51/390).
- Yunus bin Bukair: Também resumimos o seu caso no apêndice, sob o título: “A autenticação de Yunus bin Bukair”. Na conclusão do apêndice, afirmamos em correção ao discurso de Al-Hafizh em seu “At-Taqrib”: [Yunus bin Bukair bin Wasil Ash-Shaibani, Abu Bakr Al-Jamal Al-Kufi, é Thiqah (confiável), um Imam quanto à Seera e aos Maghaziy, e é, quanto a isso, uma fonte estabelecida de evidência, da nona geração. Faleceu no 99º ano (ou seja, +100, isto é, 199)]. Refutamos também a alegação de Abdul Qadir Al-Muhammadi e sua argumentação capciosa, que insinuam que ele seria um homem de caprichos, que deseja classificar a Sahifah de Al-Madinah como fraca (Da’if), empregando todo tipo de estratagema possível para alcançar isso. Nossa refutação detalhada pode ser encontrada no apêndice “A autenticação de Yunus bin Bukair”.
- Yunus bin Bukair: We have also summarized his case in the addendum under the heading: “The authentication of Yunus bin Bukair”. In the conclusion of the addendum we stated in correction to the speech of Al-Hafizh in his “At-Taqrib”: [Yunus bin Bukair bin Wasil Ash-Shaibani, Abu Bakr Al-Jamal Al-Kufi, is Thiqah (trusted), an Imam in respect to the Seera and the Maghaziy and he is in respect to it an established source of evidence, from the ninth. He passed away in the 99th year (meaning + 100 i.e. 199)]. We also refuted the contention of Abdul Qadir Al-Muhammadi and his casuistic argumentation, which allude to him being a man of whims, who wants to classify the Sahifah of Al-Madinah as being weak (Da’if), employing every possible stratagem to accomplish that. Our detailed refutation can be found in the addendum “The authentication of Yunus bin Bukair”.
- Ibn Ishaq: Ele é Abu Bakr Muhammad bin Ishaq bin Yasar, o Imam indiscutível dos estudiosos da Seera, do Maghaziy e da história; representa o ponto final de referência no que diz respeito a eles. Praticamente se estabeleceu um consenso sobre sua autenticidade, sua veracidade e sua liderança nessa área. Apesar disso, nossos companheiros chamados Abdul Qadir Al-Muhammadi não conseguiram superar suas inclinações pessoais. Assim, depois de afirmar isso ao dizer: [Quanto a Ibn Ishaq, a respeito dele muito foi dito, cuja síntese é: que ele é Saduq (veraz), Mudlis (ou seja, oculta um narrador na cadeia de transmissão) no que diz respeito ao Hadith. Ele é o Imam do Maghazi e da Seera e é o ponto final de referência no que diz respeito a eles], ainda assim não conseguiu escapar de suas inclinações e, por isso, mencionou o que acreditava que lançaria uma sombra ruim ou negativa sobre Ibn Ishaq, quando afirmou: [‘Abbas Ad-Dawri disse: Perguntaram a Ahmad bin Hanbal sobre Ibn Ishaq, e ele disse: “Esses Ahadeeth (ou seja, sobre o Maghazi e a Seera) são transmitidos por meio dele. Contudo, se ele trouxer o Halal e o Haram, desejaríamos que um povo fosse como ele”. Em seguida, uniu as mãos, colocando os dois polegares sobre os dedos]. Em resposta, pergunto: o que isso significa? Primeiramente: o Imam Ahmad bin Hanbal é exclusivamente um estudioso do Fiqh e do Hadith, e não está entre os estudiosos da Seera, do Maghazi, da história ou do Tafsir. Ele não possui um conhecimento profundo de seus principais transmissores, assim como não tem muitas transmissões dos companheiros de Ibn Ishaq para ter examinado o que trouxeram. De fato, foi indiscriminado ou excessivamente generalizador ao afirmar que os livros de Maghazi, Fitan (provações e tribulações) e Tafsir não tinham fundamento. E, dentre os maiores de seus erros, está sua fala a respeito do Imam Al-Hujjah (a autoridade competente) em Al-Maghazi (a Sira das expedições militares), Muhammad bin ‘Umar Al-Waqidiy, cuja condição e realidade estudamos de maneira minuciosa e precisa ao longo de muitos anos, e que apresentaremos em breve sob o título “Justiça para com Al-Waqidiy”.
- Ibn Ishaq: He is Abu Bakr Muhammad bin Ishaq bin Yasar, the indisputable Imam of the scholars of Seera, Maghaziy and history; representing the final point of reference in respect to them. A consensus has virtually been established concerning his authenticity, truthfulness and leadership in the field. Despite that, our companions called Abdul Qadir Al-Muhammadi could not overcome his whims. So, after affirming that by stating: [As for Ibn Ishaq, then regarding him there is a lot that has been said, the sum of which is: That he is Saduq (truthful), Mudlis (i.e. conceal a narrator in the Isnad) in respect to the Hadith. He is the Imam of the Maghazi and Seera and is the final point of reference in respect to them], we was nevertheless unable to escape from his whims and so he mentioned what he believed would cast a bad or negative shadow upon Ibn Ishaq, when he stated: [‘Abbas Ad-Dawri said: Ahmad bin Hanbal was asked about Ibn Ishaq and so he said: “These Ahadeeth (i.e. concerning the Maghazi and Seera) are written (i.e. transmitted) from him. However, if he comes with the Halal and the Haram, we would want a people to be like this” He then clasped his hands together, placing his two thumbs over his fingers]. In response I ask: What does this signify? Firstly: Imam Ahmad bin Hanbal is exclusively a scholar of Fiqh and Hadith and is not from the scholars of Seera, Maghazi, history or Tafsir. He does not have a deep knowledge of its main transmitters just as he doesn’t have a great deal of transmissions from the companions of Ibn Ishaq for him to have examined what they brought. Indeed, he was indiscriminate or over general when he stated that the books of Maghazi, Fitan (trials and tribulations) and Tafsir had no basis. And from among the greatest of his errors, was his speech regarding the Imam Al-Hujjah (the competent authority) of Al-Maghazi (Seera of military expeditions); Muhammad bin ‘Umar Al-Waqidiy, whose condition and reality we have studied in a painstaking precise manner over a period of many years and which we will present shortly under the title “Fairness to Al-Waqidiy”.
Em segundo lugar: Quanto a Ibn Ishaq, ele disse: "Há muito que foi dito (a respeito dele)". Com que direito ou defesa aquele chamado Abdul Qadir Al-Muhammadi apresentou esta pequena parte desse "Há muito que foi dito", ignorando por completo tudo o que foi dito e que refuta totalmente a parte que ele mencionou? Um exemplo disso é a afirmação do Imam Ibn Qayyim Al-Jawziyah em seu "Tahdhib Sunan Abi Dawud Wa Iedaah Mushkilaatuhu" (2/373 – biblioteca eletrônica Shamela): [Quanto ao Hadith de Ibn Ishaq que contém "Verdadeiramente, Seu trono está acima dos céus como a Qubbah (cúpula)" e à crítica de Al-Mundiri a ele. Disse então: Os estudiosos do Ithbaat (afirmação) disseram: Não há nada nisto que permita rejeitar o Hadith. Quanto à acusação contra Ibn Ishaq em relação a ele, a resposta é: Ibn Ishaq é aquele a quem Allah concedeu conhecimento e confiabilidade. 'Ali Ibn Al-Madiniy também disse: Seus Hadith, em minha opinião, são Sahih. Ash-Shu'bah disse: "Ibn Ishaq é o Ameer ul-Mu'minin no que se refere ao Hadith". Também disse: ele é Saduq (veraz), e 'Ali bin Al-Madiniy também disse: "Não encontrei dele senão dois Hadith Munkar (defeituosos e rejeitados)". Esta última afirmação reflete o mais alto grau de louvor, pois apenas dois Hadith foram rejeitados apesar do grande número de Hadith que ele transmitiu. 'Ali também disse: "Ouvi Ibn 'Uyainah dizer: não ouvi ninguém falar sobre Ibn Ishaq sem que suas palavras contivessem apreço ou estima. E não há dúvida de que as pessoas de seu tempo conheciam-no melhor do que aqueles que falaram dele depois deles". Muhammad bin Abdullah bin Abdul Hakam disse: Ouvi Ash-Shafi'iy dizer: Az-Zuhri disse: O conhecimento permanecerá nesta área enquanto aquele jovem visionário permanecer nela" (referindo-se a Ibn Ishaq). Ya'qub bin Shaibah disse: Perguntei a Yahya bin Ma'een: "Qual é a posição de Ibn Ishaq?" Ele respondeu: "Ele não era assim (ou seja, para ser questionado). Perguntei: 'Você guarda algo em si (negativo) em relação aos seus Hadiths?' Ele respondeu: 'Não, ele era verdadeiro'." Yazid bin Harun disse: Ouvi Shu'bah dizer: "Se eu possuísse autoridade, teria nomeado Ibn Ishaq acima dos eruditos do Hadith". Ibn 'Adiy disse: "Examinei os Ahadeeth do grande erudito Ibn Ishaq e não encontrei em seu Hadith nada que nos dê motivo para afirmar que ele é fraco (Da'if). Ele pode ter errado ou se enganado, assim como outros erram. E não era conhecido entre os transmissores dignos de confiança que sua narração fosse uma mentira". Ya'qub bin Shaibah disse: Perguntei a Ibn ul-Madiniy sobre Ibn Ishaq, e ele disse: "Seus Hadiths são Sahih (autênticos) em minha opinião". Perguntei: "E quanto ao que Malik disse sobre ele?" Ele respondeu: "Malik não se sentou com ele, não o conhecia nem a cada assunto que se falava em Al-Madinah!" Eu disse: "Hisham bin 'Urwah também falou sobre ele?" Ele respondeu: "Aquilo que Hisham disse não é uma fonte autorizada. Pode ser que ele (ou seja, Ibn Ishaq) tenha encontrado a mulher quando era menino e ouvido dela. A veracidade é evidente em seus Hadiths: ele relata em certa ocasião: 'Abu Az-Zinad me contou', e às vezes diz: 'Abu Az-Zinad mencionou', e diz: 'Al-Hasan bin Dinar me relatou de Ayub, de 'Amr bin Shu'aib (em relação ao Salaf e ao Ba'i, ou seja, questões relacionadas ao comércio)'. E ele relatou mais que todas as pessoas de 'Amr bin Shu'aib". Há também o que consta no livro "Nasb Ar-Rayah Takhrij Ahadeeth Al-Hidayah", do grande erudito Jamal Ad-Din Az-Zai'aliy, com a assistência de Ayman Salih Sha'ban (1/252): [Abdullah ibn Mubarak disse: Ibn Ishaq é Thiqah, Thiqah, Thiqah (uma fonte digna de confiança)]. Se o crítico justo contemplasse a fala do Imam dos Imams a respeito de encontrar falhas nos Hadiths, ‘Ali Ibn Al-Madiniy, que também foi um dos grandes Imams do Hadith e um dos maiores Imams da ciência de Al-Jarh wa t-Ta’dil (ciência relacionada ao exame dos narradores de Hadiths quanto à sua idoneidade), a respeito de Ibn Ishaq em geral, e do que ele disse sobre o Hadith de “Salaf e Ba’i” em particular, ele saberia que o defende até mesmo quanto à acusação de Tadlis (ou seja, a ocultação de um narrador na cadeia de transmissão, Isnad). Isso porque mesmo essa suspeita ou dúvida não tem fundamento. Ela representava apenas a omissão de alguns elos da cadeia de transmissão ou sua sumarização, com o objetivo de preservar o fluxo dos eventos e das narrativas históricas. Esta é uma metodologia bem conhecida. Ela é necessária e não há nada de errado nela. A necessidade impõe essa metodologia nos livros de Seera e de história, e ela não se enquadra na categoria de Tadlis (ou seja, a manipulação deliberada das cadeias de transmissão), nem desde o início nem quanto à forma. Se for desejada mais informação quanto ao “Há muito que foi dito (a seu respeito)” acerca do Imam Al-Hafizh Al-Hujjah, o Amir ul-Mu’minin no Hadith, Muhammad bin Ishaq bin Yasar Al-Qurashi, então pode-se recorrer ao apêndice intitulado “Muhammad bin Ishaq bin Yasar, Amir ul-Mu’minin no Hadith”. Ele contém mais evidências sobre ser ele um grande Imam e refuta a ridícula acusação de Tadlis (ou seja, a manipulação deliberada das cadeias de transmissão) que lhe foi atribuída. - Uthman bin Muhammad bin Uthman bin Al-Akhnas bin Shariq: Ele é geralmente referido pelo nome Uthman bin Muhammad Al-Akhnasi, ou Uthman bin Muhammad bin Al-Mughirah, ou simplesmente Uthman Al-Akhnasi. Aquele chamado Abdul Qadir Al-Muhammadi, que publicou no portal online Ahl ul-Hadith em 19/03/2007, afirmou o seguinte, imitando Al-Hafizh bin Hajar, ao discutir as cadeias de transmissão da Sahifah de Al-Madinah: [Quanto a Uthman bin Muhammad bin Mughirah Al-Akhnas Ath-Thaqafi Al-Hijazi, ele é um Saduq (pessoa veraz) que possui Awham (narrações errôneas) e Manaakir (hadith rejeitados por outros)]. Isto também foi registrado nos arquivos do portal Ahl ul-Hadith na biblioteca eletrônica Shamela (2 - 51/390). Isto é tudo o que ele (Abdul Qadir) disse para sustentar sua falsidade: uma única linha que reúne todo o conhecimento daqueles que vieram antes e passaram desde então!! Até sua afirmação "Manaakir" veio de outra fonte, pois não fazia parte da fala de Al-Hafizh ibn Hajar, que declarou em "Taqrib At-Tahdhib" (1/386/4515): [Uthman bin Muhammad bin Al-Mughirah bin Al-Akhnas bin Shariq Ath-Thaqafi Al-Akhnasiy Hijazi é Saduq (pessoa veraz) que possui Awham, do sexto (ou seja, nível da cadeia)]. No adendo de nove páginas sob o título: "A autenticação de Uthman bin Muhammad bin Al-Mughirah Al-Akhnasi", estabelecemos firmemente uma correção do resumo de Al-Hafizh (Ibn Hajar), que foi extremamente insuficiente em sua avaliação, além de estabelecer prova de que a afirmação correta a seu respeito é: [Uthman bin Muhammad bin Al-Mughirah bin Al-Akhnas Ath-Thaqafi al-Akhnasi é Thiqah (confiável na narração), jurista, estudioso em Maghazi e história, do quarto]. O adendo pode ser consultado, pois contém muitos benefícios históricos importantes, além de uma discussão sobre as falhas no conhecido hadith de grande significado: "Quem assumir a responsabilidade do judiciário (ou for nomeado juiz), então foi degolado sem faca". Que traga alguma satisfação, se Allah permitir.
- Aali (a família de) ‘Umar bin Al-Khattab, que Allah esteja satisfeito com ele: No apêndice intitulado “A autenticação de Uthman bin Muhammad bin Al-Mughirah Al-Akhnasi” afirmamos: [Quanto aos Aali (a família de) ‘Umar bin Al-Khattab, entre os quais Uthman bin Muhammad bin Al-Mughirah Al-Akhnasi encontrou o documento escrito da “Sahifah de Al-Madinah”, eles são, sem dúvida, Abdullah ibn ‘Umar, ‘Asim bin ‘Umar e seus irmãos, filhos e esposas. Todos eles, graças ao louvor a Allah, são Thiqaat (narradores confiáveis e aceitos) do mais alto grau, no auge da confiabilidade, veracidade e temor a Deus, enquanto nenhum mentiroso ou fabricador é conhecido entre eles – Allah me livre].
- Aali (the family of) ‘Umar bin Al-Khattab, may Allah be pleased with him: In the addendum entitled “The authentication of Uthman bin Muhammad bin Al-Mughirah Al-Akhnasi” we stated: [As for the Aali (the family of) ‘Umar bin Al-Khattab, among whom Uthman bin Muhammad bin Al-Mughirah Al-Akhnasi found the written document of the “Sahifah of Al-Madinah”, then they are without doubt Abdullah ibn ‘Umar, ‘Asim bin ‘Umar and their brothers, children and wives. All of whom, by the praise of Allah, are Thiqaat (trustworthy and accepted relators) of the firmest degree, at the height of trustworthiness, truthfulness and God-fearing, whilst a liar or fabricator has not been known from among them – Allah forbid].
Em conclusão: o Hadith é Muttasil (uma cadeia de transmissão contínua e ininterrupta do início ao fim) e Sahih (autêntico), e cada elo da cadeia provém dos Thiqaat (narradores confiáveis e aceitos), através dos quais se estabelece a evidência e a prova (Al-Hujjah). Não é como alegou aquele chamado Abdul Qadir Al-Muhammadi, que cometeu um erro grosseiro ao afirmar: "Esta Isnad (cadeia de transmissão) não é motivo de regozijo, pois contém Al-'Utaridiy e Ibn Bukair, além da suspeita ou dúvida da ocorrência de uma interrupção, no caso de 'Uthman não ter declarado de qual dos membros da família de 'Umar bin Al-Khattab o havia tomado (ou seja, a Sahifah). Pode ser que ele tenha se enganado nisso, ou que o erro tenha se originado em Bukair, pois ele é bem conhecido por cometer violações, no caso de ele tomar a fala de Ibn Ishaq e ligá-la a si mesmo ao Hadith (ou seja, à cadeia de transmissão)]." Muito bem, isto é resultado de uma pesquisa e um exame adequados? Que Allah nos proteja.
In conclusion: The Hadith is Muttasil (a continuous unbroken chain from beginning to end) and Sahih (authentic), each link in the chain is from the Thiqaat (trustworthy and accepted narrators), through which evidence and proof (Al-Hujjah) is established. It is not how the one named Abdul Qadir Al-Muhammadi claimed when he made a gross error stating: “This Isnad (chain of narration) is not rejoiced at, as it contains Al--‘Utaridiy and Ibn Bukair, in addition to the suspicion or doubt of the occurrence of an interruption, in the case where Uthman did not state who from among the family of ‘Umar bin Al- Khattab he had taken it (i.e. the Sahifah) from. It could be that he could have been mistaken in that or that the mistake originated from Bukair as he is well known to commit violations, in the case where he would take the speech of Ibn Ishaq and connect himself to the Hadith (i.e. the chain of narration)]. Bravo, is this the result of proper research and examination is undertaken? May Allah’s refuge be sought.
- A segunda Isnad (cadeia de transmissão): Esta é a cadeia tal como registrada por Ibn Sayed An-Nas em seu "Uyun Al-Athar Fee Funun Al- Maghazi wa Ash-Shama'il Wa As-Siyar", transmitida por Ibn Abu Khaithama:
- The second Isnad (chain of transmission): This is the chain as recorded by Ibn Sayed An-Nas in his “Uyun Al-Athar Fee Funun Al- Maghazi wa Ash-Shama’il Wa As-Siyar”, transmitted by Ibn Abu Khaithama:
[Ahmad bin Jinab Ab Al-Walid transmitiu de ‘Eisa bin Yunus, de Kathir bin Abdullah bin ‘Amr al-Muzani, de seu pai, de seu avô]. Al-Baihaqi também mencionou a cadeia de transmissão (Isnad) de forma resumida: [Kathir bin Abdullah bin ‘Amr bin ‘Awf transmitiu de seu pai, de seu avô … Foi-nos transmitido por Abu Abdullah Al-Hafizh e Abu Bakr Al-Qadi, que disseram: Abu Al-‘Abbas nos transmitiu de Muhammad bin Ya’qub, de Muhammad bin Ishaq Ad-Daghani, de Mu’awiyah bin ‘Amr, de Abu Ishaq (Al-Farazi), de Kathir bin Abdullah, que o relatou (isto é, o Hadith)].
[Ahmad bin Jinab Ab Al-Walid related from ‘Eisa bin Yunus, from Kathir bin Abdullah bin ‘Amr al-Muzani, from his father from his grandfather]. Al-Baihaqi also mentioned the Isnad (chain of transmission) in a summarized form: [Kathir bin Abdullah bin ‘Amr bin ‘Awf related from his father, from his grandfather … It was related to us by Abu Abdullah Al-Hafizh and Abu Bakr Al-Qadi who said Abu Al-‘Abbas related to us from Muhammad bin Ya’qub from Muhammad bin Ishaq Ad-Daghani, from Mu’awiyah bin ‘Amr from Abu Ishaq (Al- Farazi) from Kathir bin Abdullah, who stated it (i.e. the Hadith].
Em primeiro lugar, dizemos: Quanto à declaração de Ibn Sayed An-Nas em sua obra “Uyun Al-Athar Fee Funun Al-Maghazi wa Ash-Shama’il Wa As-Siyar” (1/330), após apresentar o texto da Sahifah de Al-Madinah de Ibn Ishaq em sua totalidade e extensão completa: [Assim Ibn Ishaq a mencionou, e Ibn Abu Khaithama também a mencionou (isto é, o texto da Sahifah). Em seguida, apresentou o Isnad (cadeia de transmissores) e então declarou: Ele a mencionou da mesma forma], não é concebível que ele tenha dito isso a menos que os dois textos estivessem em conformidade um com o outro ou fossem mutuamente semelhantes. Não é permitido esperar outra coisa do Imam do Musannaf e de um grande Hafizh como Ibn Sayed An-Nas, pois isso representaria uma forma de traição e engano. A verdade é que ele considerou suficiente não mencionar o texto de Ibn Abu Khaithama devido à presença do texto de Ibn Ishaq (que era o mesmo). Naquela época, as pessoas escreviam à mão e não dispunham de computadores que facilitassem a cópia e a colagem. Portanto, não tem qualquer relevância o que aquele chamado Abdul Qadir Al-Muhammadi suscitou ao dizer: [Este Hadith não está em conformidade com o Hadith de Ibn Ishaq. Ao contrário, veio de forma resumida, como as narrações que virão. Ibn Sayed An-Nas apenas o mencionou como declarou, isto é, como o documento que Ibn Ishaq relatou. Em seguida, foi acompanhado por aqueles que o seguiram, sem que isso lhe fosse comprovado. Isso porque Ibn Sayed An-Nas não nos mencionou seu texto, que é considerado parte daquilo que se perdeu da história de Ibn Abu Khaitham. Isso é corroborado pelo fato de que Al-Baihaqi o relatou de forma resumida, como pode ser visto].
Firstly, we say: Concerning the statement of Ibn Sayed An-Nas in his “Uyun Al-Athar Fee Funun Al-Maghazi wa Ash-Shama’il Wa As-Siyar” (1/330), after presenting the text of the Sahifah of Al-Madinah from Ibn Ishaq in its complete and full length: [This is how Ibn Ishaq mentioned it and Ibn Abu Khaithama also mentioned it (i.e. the text of the Sahifah). He then presented the Isnad (chain of transmitters) and then stated: He mentioned it in the same way], it is not conceivable that he said that unless the two texts conformed to each other or were mutually similar. It is not permitted to expect other than that from the Imam of the Musannaf and a great Hafizh like Ibn Sayed An-Nas, otherwise it would represent a form of treachery and deceit. The truth is that he found it sufficient not to mention the text of Ibn Abu Khaithama due to the presence of the text of Ibn Ishaq (which was the same). At that time the people would write by their own hands and they didn’t have computers to facilitate copying and pasting. There is therefore no significance in what the one named Abdul Qadir Al-Muhammadi stirred up when he said: [This Hadith does not conform to the Hadith of Ibn Ishaq. It rather came in a summarized form like the forthcoming narrations. Ibn Sayed An-Nas merely mentioned it as he stated i.e. like the document that Ibn Ishaq related. It was then followed up by those who followed it up, whilst not being established to him. That is because Ibn Sayed An-Nas did not mention to us its text, which is considered to be from among that which has been lost from the history of Ibn Abu Khaitham. This is supported by the fact that Al-Baihaqi related it in a summarized form as can be seen].
Quanto a Al-Baihaqi ter relatado o hadith de forma resumida, isso se deveu à adequação daquela seção do texto em relação ao tema do capítulo que ele estava abordando. Al-Baihaqi segue muito essa prática, especialmente em seu "Sunan Al-Kubra". Ela também foi praticada por Al-Bukhari antes dele em seu "Sahih", e pela maioria dos compiladores de Hadith. Não há relação entre isso e o fato de ele ter chegado até eles de forma resumida ou completa, e com maior razão, de ter chegado a outros que não eles, de forma resumida ou completa. Foi mencionado a seu respeito o seguinte em "Dhail At-Taqyid Fee Ruwaat As-Sunan Wa Al-Asaneed" (1/247/483):
As for Al-Baihaqi having related it in a summarized form, then that was due to the suitability of that section of the text in respect to the (topic of the) chapter he was addressing. Al-Baihaqi follows this approach a lot and particularly in his “Sunan Al-Kubra”. It was also practised by Al-Bukhari before him in his “Sahih” and by the majority of the compilers of Hadith. There is no relationship between this and it having reached them in a summarized or complete form and by greater reason, reaching other than them, in a summarized or complete form. The following was mentioned concerning him in “Dhail At-Taqyid Fee Ruwaat As-Sunan Wa Al-Asaneed” (1/247/483):
Muhammad bin Muhammad bin Muhammad bin Ahmad bin Abdullah bin Muhammad bin Yahya bin Muhammad bin Muhammad bin Abu Al-Qasim bin Muhammad bin Abdullah bin Abdul ‘Aziz bin Sayed An-Nas bin Abu Al-Walid bin Mundhir bin Abdul Jabbar bin Sulaiman Al-Ya’mariy Al-Hafizh Fat’h ud-Din Abu Al-Fat’h bin Ash- Sheikh Abu ‘Umar bin Ash-Sheikh Abu Bakr, que é conhecido pelo nome de Ibn Sayed An-Nas Al-Ya’mari. Ele recebeu o Sahih Al-Bukhari das mãos de Al-‘Izz Abdul ‘Aziz bin Abdul Mun’im Al-Harani e o Sahih Muslim de Muhammad Abdul ‘Aziz bin Al-Hafizh Abu Al-Futuh Nasr Abu Al-Farah Al-Husari. Ele recebeu o Sunan Abu Dawud das mãos de Al-Mu’ayed At-Tousi e Abdur Rahim bin Yusuf bin Khatib Al-Mizza. Ele recebeu Al-Ghilaniyat através da leitura de seu pai e Al-Ghilaniyat de Ghazi Al-Halawi através de sua leitura. Ele recebeu o Jami’ de At-Tirmidhi de Muhammad bin Ibrahim bin Tarjam Amazani, através de sua leitura, e Wa’l Abu ‘Ali Ya’qub bin Ahmad bin Fada’il Al-Halabiy transmitiu-lhe o Sunan de Ibn Majah através de sua leitura. Ele recebeu o “(Seera) An-Nabawiyah Tahdhib Ibn Hisham” de Abu Al-Ma’aliy Ahmad bin (…), através de sua leitura, com exceção de uma pequena parte, que recebeu de outra pessoa. Ele recebeu a maior parte do “Maghazi” de Musa bin ‘Uqbah de Al-‘Izz Ahmad bin Ibrahim Al-Fariqiya, além do livro “Adh- Dhuriyah At-Tahirah” de Ad-Dulabi. Ele recebeu parte do “Maghazi” de Abu Abdullah Muhammad bin ‘Abid Al-Qurashi Al-Katib de Al-Khadr bin Al-Husain bin Al-Khadr bin ‘Abdan. Ele recebeu a maior parte do livro “At-Tabaqat Al-Kubra” de Muhammad bin Sa’d de Abdul Muhsin bin As-Sahib Muhyi ud-Din Muhammad bin Ahmad bin Jaradah Al-‘Uqaili, através de sua leitura. Ele recebeu o “Al- Mu’jam As-Saghir” de At-Tabarani de Muhammad bin Abdul Mu’min bin Abu Al-Fat’h As-Suwariy, através de sua leitura, além da leitura de Al-Hafizh Abu Al-Hajjaj Al-Mizzi e do Musnad de Abu Ya’la Lamousli. Ele recebeu o "Mu'jam" de Ibn Jami' de 'Umar ibn Al-Qawwas, por meio de sua leitura, em Gharbil, na região de Ghouta, na província de Damasco. Recebeu "Ash-Shifa" de Al-Qadi 'Iyad de Al-Qadi 'Ilm ud-Din Muhammad bin Al-Husain bin Rashiq Ar-Rib'iy, por meio da leitura de seu pai, que a ouviu de Ibn Jubair. Recebeu muitos livros de conhecimento, e seus Shuyukh foram numerosos. Era proficiente em Hadith, Adab (literatura) e outras áreas, e tornou-se conhecido pelo favor de sua capaz explicação de grande parte de At-Tirmidhi. Também escreveu uma obra sobre a Seerah Profética, que continha muitos benefícios, à qual chamou de "Uyun Al-Athar Fee Funun Al-Maghazi wa Ash-Shama'il Wa As-Siyar". Ele a resumiu e nomeou a versão resumida de "Nur ul-Uyun". Sua poesia incluiu o livro "Bushra Al-Labib Bi-Dhikra Al-Habib". Ele costumava narrar a partir dele e de "Uyun Al-Athar", entre outras obras escritas ou compilações suas. Faleceu subitamente no dia 11 de Sha'ban, no Cairo, no ano 734 AH, tendo nascido no ano 671 AH. Permaneceu em Damasco na companhia de Ibn Al-Mujawir, e recebeu (conhecimento) dele. Seu companheiro Al-Qutb Al-Halabi recebeu conhecimento dele, além de Ahmad bin As-Sabouni e Al-Jamal Ibrahim bin Muhammad bin Abdur Rahim Al-Amyouti. [Fim da citação].
Também foi mencionado (sobre Ibn Sayed An-Nas) no "Mu'jam dos companheiros do Sheikh Al-Islam Ibn Taymiyyah" (p. 161 [Biblioteca Shamela]):
The following also came mentioned (about Ibn Sayed An-Nas) in the “Mu’jam of the companions of Sheikh Al-Islam Ibn Taymiyyah” (p. 161 [Shamela E-library]):
Muhammad bin Muhammad bin Muhammad bin Ahmad bin Abdullah bin Muhammad bin Yahya bin Muhammad bin Muhammad bin Abu Al-Qasim bin Muhammad bin Abdullah bin Abdul ‘Aziz bin Sayed An-Nas bin Abu Al-Walid bin Mundhir bin Abdul Jabbar bin Sulaiman, Abu Al-Fat’h Fat’h ud-Din Al-Ya’mariy Ash-Shafi’iy [671-734 AH]. Ele nasceu no mês de Dhu l-Qa’dah, numa família de alguma liderança e poder, e seu tio paterno havia sido comandante militar em Sevilha. Quando seu pai se estabeleceu nas terras do Egito, trouxe consigo as Ummuhaat (mães, isto é, as principais fontes) dos livros de conhecimento, incluindo o Musannaf de Ibn Abi Shaibah, seu Musnad, o Musannaf de Abdur Razzaq, Al-Muhalla, Al-Istidhkar e outras grandes compilações. Ainda jovem, seu pai o levou para estudar com Shams ud-Din Al-Maqdasi. Ele também recebeu conhecimento de Al-Qutb Al-Qastalani, Ibn Al-Anmatiy, Ghazi, Ibn Al-Khaimiy e Shamiya bint Al-Bakri. Buscou conhecimento por conta própria e escreveu com a própria mão. Recebeu muito dos companheiros de Al-Kindi e de Ibn Tabarzadh. Viajou para Damasco, e sua chegada coincidiu com a morte de Al-Fakhr bin Al-Bukhari, o que o entristeceu. Recebeu muito de As-Suwariy, Ibn ‘Asakir e Ibn Al-Mujawir, e Ash-Sheikh Al-Mizziy o encorajou a tomar conhecimento com Ash-Sheikh Ibn Taymiyyah. Então, encontrou-se com ele e recebeu conhecimento dele. Ibn Sayed An-Nas disse a respeito dele (Ibn Taymiyyah): [Achei-o um dos que alcançaram grande parte do conhecimento das ciências islâmicas. Ele havia praticamente memorizado as Sunan (isto é, os Hadiths) e os Athar (relatos). Quando falava sobre Tafsir, carregava seu próprio estandarte (isto é, era distinto). Quando emitia um parecer jurídico, estava plenamente ciente de sua finalidade ou consciente dela, e quando um Hadith era mencionado a ele, era o possuidor de seu conhecimento e de sua narração. Ou se ele se dedicasse à doação e ao ditado, você não veria ninguém mais generoso em sua doação nem mais elevado em conhecimento do que ele. Ele se destacava em todas as artes entre os seus contemporâneos. Nenhum olho que o tivesse visto havia contemplado alguém como ele, e nenhum olho havia testemunhado uma cena como aquela, quando ele discorria sobre o Tafsir e sua sessão era frequentada por uma grande multidão, enquanto ele citava do mar do seu conhecimento doce e puro. As pessoas se deleitavam com o seu excelente mérito, no jardim e na corrente. Isso continuou até que algumas pessoas da sua terra foram afligidas pela inveja, e os críticos começaram a incitar contra ele por causa das suas opiniões hanbalitas em matéria de Aqeedah (crença). Assim, apegaram-se a algumas de suas falas sobre o assunto e procuraram fazer disso uma causa de censura. Prepararam flechas para acusá-lo de desvio e afirmaram que ele havia violado o caminho deles e dividido o seu grupo. Ele discutiu com eles, e eles discutiram com ele; ele boicotou alguns deles, e eles o boicotaram. Em seguida, discutiu com outro grupo, daqueles que não possuíam caminho algum, e que afirmavam estar de posse do conhecimento mais preciso sobre o que estava oculto nesses assuntos (ou seja, da Aqeedah) e sobre a sua verdade manifesta. Ele expôs esses grupos e mencionou os males do que eles afirmavam. Então, recorreram ao primeiro grupo daqueles que haviam discutido com ele e buscaram auxílio junto aos que nutriam malícia contra ele. Como resultado, fizeram o seu caso chegar aos ouvidos dos governantes, e todos se esforçaram para declarar a sua descrença (Kufr) e para combater o seu pensamento. Em seguida, prepararam um documento e incitaram os invejosos a espalhá-lo entre os nobres. Empenharam-se para que ele chegasse aos reis governantes das terras do Egito. Assim, ele foi detido, preso e encarcerado assim que chegou. Depois, convocaram sessões para derramar o seu sangue, e reuniram-se para esse fim habitantes da localidade e moradores das escolas, entre os que haviam se envolvido na disputa e eram astutos em seu engano, e entre os que o chamavam abertamente de descrente e os mais proeminentes dos que o boicotavam, enquanto o alcunhavam de "Raib ul-Manun" (Duvidoso do destino). Teu Senhor sabe o que se oculta em seus corações e o que proclamam. Aqueles que declaravam abertamente a sua descrença não eram piores do que os que eram enganadores. Os escorpiões rastejaram em sua direção, mas Allah repeliu a trama de todos eles. Salvou-o pelas mãos daqueles que Allah escolheu, e Allah domina sobre os Seus desígnios. Depois disso, ele não foi poupado de uma provação após outra, e durante o resto de sua vida não passou por uma aflição sem que fosse afligido por outra. Isso até que levou o seu caso a alguns dos juízes. Eles o encarceraram, e ele permaneceu naquela prisão até o momento de sua partida para a misericórdia de Allah, o Altíssimo, e de seu falecimento. E a Allah retornam todos os assuntos, e Ele é plenamente ciente dos traidores entre as pessoas e do que os corações ocultam. Seu dia foi testemunhado: as ruas se estreitaram para o seu janazah (funeral), e encheram-se de muçulmanos que vinham de todos os lugares, buscando bênçãos em sua reunião, para o Dia em que as testemunhas se levantarão, segurando firmemente o seu caixão até que quebraram seus suportes. Isso ocorreu na noite do dia 20 de Dhu l-Qa'dah do ano 728 AH, na fortaleza protegida de Damasco. Ele nasceu em Harran, no dia 10 de Rabi' al-Awwal do ano 661 AH, que Allah tenha misericórdia dele e de todos nós." [Fim da citação].
(Continuação) Ele (Ibn Sayed An-Nas) recebeu dele parte do livro "Al-Juz'" de Ibn 'Arafah. Adh-Dhahabi disse: "Ele (Ibn Sayed) quase alcançou Al-Fakhr (ou seja, Al-Bukhari), mas perdeu-o por dois dias. Seus professores entre os sábios chegaram a quase mil. Ele transcrevia com sua própria letra, peneirava (o conhecimento) e foi designado para dar testemunho por um período. Tinha bons modos (caráter), era alegre e alguém que gracejava e brincava. Era Saduq (verídico) quanto ao Hadith e era fonte autorizada quanto ao que transmitia. Tinha um olhar agudo e penetrante quanto à arte, experiência quanto aos transmissores, conhecimento das divergências de opinião e destacava-se no conhecimento da língua, e possuía virtudes abundantes. Disse: E se eu me tivesse dedicado ao conhecimento como deveria ter feito, eu teria viajado até ele. No entanto, ele buscava distração disso através da escrita, enquanto os seus arranjos eram sem custo. Era alegre, inteligente, fácil de conviver e não carregava consigo nenhuma ansiedade" (Fim).
(Continued) He (Ibn Sayed An-Nas) received from him some of the book “Al-Juz’” by Ibn ‘Arafah. Adh-Dhahabi said: “He (Ibn Sayed) almost reached Al-Fakhr (i.e. Al-Bukhari) but missed him by two days. His teachers from the scholars numbered close to one thousand. He transcribed in his own writing, sifted (through knowledge) and was assigned to testimony for a period. He gad good morals (character), cheerful and someone who was joke and be playful. He was Saduq (truthful) in respect to the Hadeeth and he was authoritative source in respect to what he transmitted. He had a sharp penetrating eye in respect to art, experience in respect to transmitters, knowledge of differences in opinion and was outstanding in the knowledge of the language and had abundant virtues. He said: And had I dedicated myself to knowledge as I should have done, I would have travelled to him. However, he would seek distraction from that through writing, while his arrangements were without cost. He was cheerful, intelligent, easy to get on with and did not carry any anxiety with him” (End].
(Continuação) Al-Barzali disse: “Ele era um dos eminentes homens de conhecimento. Excelência e memorização, no que diz respeito ao Hadith e quanto a compreender suas deficiências ou pontos de fraqueza e seus Asaneed (cadeias de transmissão). Era conhecedor dos que eram Sahih e dos que eram defeituosos. Era uma fonte de conhecimento da Seera e se destacava na língua árabe. Caracterizava-se por uma boa classificação, solidez na Aqeedah, leitura rápida, boa apresentação, grande humildade, boa companhia, bom humor, engraçado e inteligente. Possuía belas poesias e prosa excepcional. Era amado pelos estudantes de Hadith, e ninguém como ele surgiu depois dele, em conjunto (ou seja, com todas essas qualidades reunidas)”. [Fim da citação].
(Continued) Al-Barzali said: “He was one of the eminent people of knowledge. Perfection (excellence) and memorisation, in respect to the Hadith and in terms of comprehending their deficiencies or points of weakness and their Asaneed (chains of transmission). He was knowledgeable of those which were Sahih and those which were faulty. He was a knowledge base of the Seera and he excelled in the Arabic language. He was characterised by good classification, soundness in Aqeedah, quick reading, being well presented, greatly humble, good company, light-hearted, funny and intelligent. He had beautiful poetry and exceptional prose. He was loved by the students of Hadith and no one like him has come after him, as a whole (i.e. with all these qualities combined)” [End of Quote].
(Continuação) Ibn Hajar disse: "Ele memorizou o "At-Tanbih" e o número de seus professores (de ciência) chegou talvez a quase mil. Passou muito tempo na companhia de Ibn Daqiq Al-'Eid. Concluiu sob sua orientação o estudo de Usul ul-Fiqh. Voltou a ele, e este o amava e tinha afeição por ele, ouvia sua fala e o elogiava. Recebeu o conhecimento da língua árabe de Bahaa' ud-Din Ibn An-Nuhas. Escreveu tanto na caligrafia maghrebina quanto na egípcia e as aperfeiçoou." Al-Kamal Al-Adfuwi disse (a seu respeito): "Ele memorizou o "At-Tanbih" em Fiqh e escreveu seu livro sobre a Sira, chamado "Uyun ul-Athar". É um bom livro em sua área e se propôs a explicar (as Sunan de) At-Tirmidhi. Se ele tivesse se restringido, quanto a isso, à arte (área de conhecimento) do Hadith, em vez de se dedicar à discussão dos Asaneed (cadeias de transmissão), teria sido mais completo e melhor. No entanto, procurou seguir seu professor Ibn Daqiq Al-'Eid e, em consequência, chegou ao fim antes de realizar o que queria realizar." [Fim da citação]
(Continued) Ibn Hajar said: “He memorised “At-Tanbih” and his (scholarly) teachers numbered perhaps close to a thousand. He spent a lot of time in the company of Ibn Daqiq Al-‘Eid. He completed the study of Usul ul-Fiqh under him. He returned to him and use to love and be fond of him, listen to his speech and commend him. He received the knowledge of the Arabic language from Bahaa’ ud-Din Ibn An-Nuhas. He wrote both the Maghreb and Egyptian scripts and perfected them. Al-Kamal Al-Adfuwi said (regarding him): “He memorised “At-Tanbih” in Fiqh and authored his book in Seera called: “Uyun ul-Athar”. It is a good book in its subject area and set out to explain (the Sunan of) At-Tirmidhi. Had he restricted himself in respect to that upon the art (knowledge area) of the Hadith rather than the discussion of the Asaneed (chains of transmission), it would have been more complete and better. However, he sought to follow his teacher Ibn Daqiq Al-‘Eid and consequently came to an end before accomplishing what he had wanted to accomplish” [End of Quote].
Ele também escreveu livros que impressionaram e se tornaram famosos. Entre eles estão: “Nur ul-Uyun” e “Bushra Al-Labib Bi-Dhikra Al-Habib”. Foi uma obra resumida na área da Seera, a qual Ibn Hajar elogiou. Ele também escreveu obras poéticas sobre o Profeta ﷺ, que explicou em um volume, além de longos poemas em prosa, entre outras obras] [Fim do discurso do “Mu’jam dos companheiros do Sheikh Al-Islam Ibn Taymiyyah” (p. 161 [Biblioteca Eletrônica Shamela]).
He also authored books which dazzled and became famous. These include: “Nur ul-Uyun” and “Bushra Al-Labib Bi-Dhikra Al-Habib”. It was a summarised work in the area of the Seera which Ibn Hajar commended. He also authored Prophetic poetic works which he explained in a volume and long poetic proses among other works] [End of speech from the “Mu’jam of the companions of Sheikh Al- Islam Ibn Taymiyyah” (p. 161 [Shamela E-library]).
Vamos contemplar a fala do Imam Adh-Dhahabi, o Imam incontestado dos estudiosos do Hadith e da história em sua época, quando disse sobre este Imam (Ibn Sayed An-Nas): “Ele era Saduq (veraz) no que se refere ao Hadith e era fonte autorizada no que se refere ao que transmitia”. Então perceberíamos a magnitude do crime que aquele chamado Abdul Qadir Al-Muhammadi perpetrou contra este Imam e contra a verdade! Concentremo-nos agora no estudo deste segundo caminho de transmissão (da Sahifah de Al-Madinah):
Let us contemplate the speech of Imam Adh-Dhahabi (in the above text), the uncontested Imam of the scholars of Hadith and history of his age, when he said about this Imam (Ibn Sayed An-Nas): “He was Saduq (truthful) in respect to the Hadeeth and he was authoritative source in respect to what he transmitted”. We would then realise the magnitude of the crime that the one named Abdul Qadir Al- Muhammadi perpetrated against this Imam and against the truth! Let us now focus upon the study of this second path of transmission (of the Sahifah of Al-Madinah):
Quanto ao eminente e consumado Imam Al-Hafiz Abu Bakr Ahmad bin Abu Khaithama, autor de "At-Tarikh Al-Kabir", e de 'Eisa bin Yunus bin Abu Ishaq As-Sabee'i Al-Hamdani, eles são Imams entre os Thiqat e Athbat (aqueles que são dignos de confiança e confiáveis na transmissão), e há consenso sobre isso. Quanto a Ahmad bin Janab (Abu Al-Walid Al-Masisi), ele é Thiqah (digno de confiança) por consenso, e é Thiqah Thabit (digno de confiança e confiável) especificamente em relação a 'Eisa bin Yunus. Com a inclusão de Al-Baihaqi, todos eles são Imams Athbat e Thiqat (dignos de confiança e confiáveis) bem conhecidos até que a cadeia chegue a Kathir bin Abdullah. Consequentemente, não há necessidade de estudar a situação ou condição de qualquer pessoa além de Kathir bin Abdullah bin 'Amr bin 'Awf. Já nos comprometemos com isso em uma seção anexa destinada a esse fim, sob o título: "Justiça para com Kathir bin Abdullah bin 'Amr bin 'Awf Al-Muzani". Nela, estabelecemos a invalidade do que Al-Hafiz (Al-Asqalani) mencionou em seu "Taqrib At-Tahdhib" (1/460/5617), quando disse: [Kathir bin Abdullah bin 'Amr bin 'Awf Al-Muzani Al-Madani é Da'if (fraco). Aqueles que lhe atribuíram mentira foram excessivos; do sétimo nível]. Isso, no caso em que é obrigatório substituir o texto pelo seguinte: [Kathir bin Abdullah bin 'Amr bin 'Awf Al-Muzani Al-Madani; não há problema com ele, e aqueles que lhe atribuíram mentira estavam em erro, do sétimo nível]. Desta forma, a injustiça é retirada deste homem e ele é tratado com justiça dentro dos limites da moderação.
As for the eminent accomplished Imam Al-Hafizh Abu Bakr Ahmad bin Abu Khaithama, the author of “At-Tarikh Al-Kabir”, and ‘Eisa bin Yunus bin Abu Ishaq As-Sabee’I Al-Hamdani, then they are Imams from among the Thiqat and Athbat (Those who are trustworthy and reliable in terms of transmission), and there is a consensus over that. As for Ahmad bin Janab (Ab Al-Walid Al-Masisi), then he is Thiqah (trustworthy) by consensus and he is Thiqah Thabit (trustworthy and reliable) in respect to ‘Eisa bin Yunus specifically. With the inclusion of Al-Baihaqi, they are all well-known Athbat and Thiqat (trustworthy and reliable) Imams up until the chain reaches Kathir bin Abdullah. Consequently, there is no need to study the circumstance or condition of anyone other than Kathir bin Abdullah bin ‘Amr bin ‘Awf. We have undertaken that in an attached section specified for that under the heading: “Fairness to Kathir bin Abdullah bin ‘Amr bin ‘Awf Al-Muzani”. In it we have established the invalidity of what Al-Hafizh (Al-Asqalani) mentioned in his “Taqrib At- Tahdhib” (1/460/5617) when he said: [Kathir bin Abdullah bin ‘Amr bin ‘Awf Al-Muzani Al-Madani is Da’if (weak). Those who attributed lying to him were excessive; from the seventh]. That is in the case where it is obligatory to replace the text with the following: [Kathir bin Abdullah bin ‘Amr bin ‘Awf Al-Muzani Al-Madani; there is no issue with him and those who attributed lying to him were in error, from the seventh]. In this manner, the injustice is raised from this man and he is dealt with fairly within the boundaries of moderation.
Em consequência disso, a qualidade do Isnad fica confirmada e o seu grau de Hasan (bom) é afirmado. De fato, é possível que ele seja suficiente como evidência para ser usado como prova por si só, para estabelecer um argumento probatório. Então, e se a ele acrescentássemos o primeiro Isnad, cuja autenticidade já estabelecemos?! - O terceiro Isnad (cadeia de transmissão): O Isnad de Ubaid Al-Qasim bin Salam registrado em seu grande livro “Al-Amwal” (260/518): Yahya bin Abdullah bin Bukair e Abdullah bin Salih relataram-me, e ambos disseram: Al-Laith bin Sa’d relatou-nos dizendo: ‘Uqail relatou-me, de Ibn Shihab, que disse: Chegou-me a informação de que o Mensageiro de Allah ﷺ …].
As a consequence of that, the quality of the Isnad is affirmed and its being Hasan (good). Indeed, it is possible that it is sufficient as an evidence to be used as proof by itself, to establish an evidential argument. So, how about if we were to add to it the first Isnad, the authenticity of which we have already established?! - The third Isnad (chain of transmission): The Isnad of Ubaid Al-Qasim bin Salam recorded in his great book “Al-Amwal” (260/518): Yahya bin Abdullah bin Bukair and Abdullah bin Salih related to me and both said: Al-Laith bin Sa’d related to us saying: ‘Uqail related to me from Ibn Shihab, that he said: It reached me that the Messenger of Allah (peace be upon him) …].
Isto aparenta, desde o início, ser uma narração mursal de Az-Zuhriy, que geralmente não são do mais alto nível de qualidade. No entanto, esta cadeia de transmissão (isnad) é do mais alto nível de qualidade. De fato, pode até estar entre as cadeias mais autênticas deste mundo (Dunya).
This appears from the onset to be from the Mursal narrations of Az- Zuhriy which are generally not of the highest level of quality. However, this Isnad (chain of transmission) is of the highest level of quality. Indeed, it may even be the from the most authentic chains of this Dunya (world).
A opinião correta é que este isnad não pertence às narrações mursal em geral; trata-se, antes, de um balagh (comunicação/transmissão), e az-Zuhriy possui outros sete ou oito balaghat, todos autênticos (sahih). Isto indica que os balaghat de az-Zuhriy diferem das narrações mursal em geral quanto ao grau de qualidade (ou solidez). O texto, na sua origem, provinha essencialmente de um documento, ainda que az-Zuhriy, evidentemente, o tenha ditado a partir da sua memória.
The correct view is that this Isnad is not from among the general Mursal narrations, rather it is a Balagh (proclamation) and Az-Zuhriy has seven or eight other Balaghat (proclamations), all of which are authentic (Sahih), This indicates that the Balaghat of Az-Zuhriy are contrary to the general Mursal narrations, in respect to the extent of their quality (or soundness). The text in its origin was essentially from a document, even if Az-Zuhriy, evidently dictated it from his memory.
Portanto, não há razão para duvidar da autenticidade desta cadeia de transmissão (Isnad) em si, sobretudo porque a maior parte de seus parágrafos ou artigos foi mencionada por outros caminhos autênticos, do mais alto grau de autenticidade.
There is therefore no cause to doubt the authenticity of this chain of transmission (Isnad) in itself and particularly as most of its paragraphs or articles have come mentioned from other authentic paths, of the highest level of authenticity.
Qualquer que seja o caso, a discussão deste assunto em todos os seus detalhes tem uma seção independente dedicada a ele.
Whatever its case may be, the discussion of this matter in complete detail has an independent section dedicated to it.