2.2.5 Purificação da Impureza (Najasa)
2.2.5 Purification from Filth
É improvável que aqueles que disseram que a purificação da impureza é uma sunna enfática digam que ela é uma obrigação para a oração, isto é, uma condição para ela: para sua validade, enquanto aqueles que sustentaram que ela é uma obrigação absoluta diriam que ela é uma obrigação para a oração, mas é possível que não dissessem isto. Duas opiniões da escola (de Malik) são relatadas de ʿAbd al-Wahhab. Primeiro, que a remoção da impureza é uma condição para a validade da oração, quando há posse dos meios para fazê-lo e em estado de lembrança. A segunda opinião é que ela não é uma condição. A opinião de que ela é uma condição não está de acordo com a opinião mais conhecida da escola, de que ela é uma sunna enfática. Ela está mais de acordo com a opinião de que é uma obrigação quando a capacidade de remover (a impureza está disponível) e quando em estado de lembrança. A questão já havia sido tratada no Livro da Purificação Ritual, e as razões da divergência foram identificadas ali.
It is unlikely for those who said that purification from filth is an emphatic sunna to say that it is an obligation for prayer, that is, a condition for it: validity, while those who maintained that it is an absolute obligation would sa; that it is an obligation for prayer^ but it is possible that they would not say this Two opinions of the school (Malik’s) are related from cAbd al-Wahhab. First that removal of uncleanliness is a condition for the validity of prayer, when ii possession of the means for doing so and in a state of remembering. Th' second opinion is that it is not a condition. The opinion that it is a conditioi does not conform with the better known opinion of the school that it is ai emphatic sunna. It conforms more with the opinion that it is an obligatioi when the capacity to remove (the uncleanliness is available) and when in a stat of remembrance. The issue had already preceded in the Book of Ritua Purification, and the reasons for disagreement were identified there.
A discussão relevante aqui é se uma obrigação absoluta relacionada à oração é necessariamente também uma obrigação da oração. A verdade é que uma coisa que é um requisito absoluto não se torna necessariamente uma condição para a validade de outra coisa exigida, [mesmo que ocorra durante ela, exceto por outro mandamento]; da mesma forma, um mandamento absoluto para uma coisa absolutamente proibida não se torna necessariamente uma condição para a validade de outra coisa, exceto por outro mandamento.
The discussion relevant here is whether an absolute obligation that is relate* to prayer is necessarily an obligation of prayer also. The truth is that a thin; that is an absolute requirement does not necessarily become a condition for th validity of another required thing, [even if it occurs during it, except b; another command; similarly, an absolute command for a thing proscribe absolutely does not necessarily become a condition for the validity of another thing]?08 except by another command.