3.9. Prostrações do Alcorão
3.9. Prostrations of the Qur’an
A discussão deste tópico está abrangida em cinco seções: o hukm das prostrações; o número de prostrações que são obrigatórias, isto é, aquelas (ocasiões) para as quais a pessoa deve prostrar-se; os momentos em que ela pode prostrar-se; a pessoa que está obrigada a prostrar-se; e a descrição das prostrações.
The discussion of this topic is covered in five sections: the hukm of the prostrations; the number of prostrations that are obligatory, that is, those (occasions) for which the person is to prostrate; the times during which he may prostrate; the person who is under an obligation to prostrate; and the description of the prostrations.
Sobre o hukm das prostrações de recitação, Abu Hanifa e seus discípulos disseram que elas são obrigatórias. Malik e al-Shafi'i disseram que são prescritas como sunna e não são obrigatórias. A razão da divergência surge da disputa entre eles quanto à implicação dos comandos que exigem prostrações e dos hadiths que transmitem o sentido de comando. Por exemplo, se as palavras do Altíssimo: "Quando os versículos do Misericordioso lhes eram recitados, caíam prostrados, adorando e chorando", devem ser interpretadas como obrigação ou como recomendação. Abu Hanifa as interpretou em seu sentido aparente de obrigação, enquanto Malik e al-Shafi'i seguiram a interpretação dos Companheiros, pois eles eram os mais bem fundamentados no sentido dos comandos da Lei. Assim, está estabelecido que 'Umar ibn al-Khattab recitou a sura al-Sajda numa sexta-feira. Ele desceu (do púlpito) e fez uma prostração, e as pessoas prostraram-se com ele. Na sexta-feira seguinte, ele a recitou novamente e as pessoas se prepararam para as prostrações, então ele disse: "Esperem! Esperem! Allah não a prescreveu para nós, a não ser que queiramos fazê-la". Disseram que isso ocorreu na presença dos Companheiros, e nenhuma divergência foi transmitida de nenhum deles. Eles eram os que mais conheciam a essência da Lei. Isto é usado como apoio a essa opinião por aqueles que se baseiam na opinião de um Companheiro quando não há outra evidência conflitante. Os discípulos de al-Shafi'i argumentaram com base no hadith de Zayd ibn Thabit, que disse: "Eu costumava recitar o Alcorão para o Mensageiro de Allah ﷺ. Certa vez recitei a sura al-Hajj e ele não se prostrou, nem nós nos prostramos". Esses juristas também argumentaram com base no relato "de que o Profeta (que a paz e as bênçãos de Deus estejam sobre ele) não se prostrou durante (a recitação das) suras al-Mufassal", e também com base nos relatos de que ele se prostrou durante a sua recitação; uma reconciliação entre estes implica que as prostrações não são obrigatórias. Cada um deles relatou o que viu, ou seja, aqueles que disseram que ele se prostrou e aqueles que disseram que ele não se prostrou.
About the hukm of the prostrations of recitation, Abu HanTfa and his disciples said that they are obligatory. Malik and al-ShafFT said that they are prescribed as a sunna and are not obligatory. The reason for disagreement arises from their dispute about the implication of the commands requiring prostrations and the traditions that convey the meaning of commands. For example, whether the (following) words of the Exalted, “When the revelations of the Beneficent were recited unto them, they fell down, adoring and weeping”,166 are to be interpreted as an obligation or a recommendation. Abu HanTfa interpreted them in their apparent meaning of obligation, while Malik and al-Shafi T followed the c (interpretation of) the Companions, for they were the ones best grounded in the meaning of the commands of law. Thus, it has been established that TJmar ibn al-Khattab recited surat al-Sajda on a Friday. He descended (from the pulpit) and made a prostration, and the people prostrated with him. On the next Friday, he recited it again and the people prepared for the,prostrations, so he said, “Wait! Wait! Allah has not prescribed it for us, unless we want to do it”. They said that this occurred in the presence of the Companions, and no disagreement was transmitted from any of them. They were the ones who best knew the essence of the law. This is used in support of that view by those who rely on the opinion of a Companion when there is no other conflicting evidence. The disciples of al-ShafiT argued on the basis of the tradition of Zayd ibn al-Thabit, who said, “I used to read out the Qur’an for the Messenger of Allah (God’s peace and blessings be upon him). Once I recited sural al-Hajj and he did not prostrate, and^ neither did we”. These jurists also argued on the basis of the report “that the Prophet (God’s peace and blessings be upon him) did not prostrate during (the recitation of) al-Mufassal surahs”, and also on1 the reports that he did prostrate during their recitation; a reconciliation between these implies that the prostrations are not obligatory. Each one of them reported what he saw, that is, those who said that he prostrated and those who said that he did not.
Abu Hanífa, por outro lado, apoiou-se nisto no argumento de que o princípio é interpretar as ordens como implicando uma obrigação, e também aqueles relatos que equivalem a ordens. Abu al-Ma'lí disse que o argumento de Abu Hanífa com base nas ordens prescritas não tem validade, pois a obrigação absoluta das prostrações não implica a sua obrigação em sentido restrito no momento da recitação, ou seja, a recitação dos versículos de prostração. Ele disse que, se a situação fosse como acredita Abu Hanífa, a oração se tornaria obrigatória na recitação dos versículos que contêm as ordens para a oração, e, como isso não é obrigatório, as prostrações também não são obrigatórias na recitação dos versículos em que foram estabelecidas as ordens de prostração. Abu Hanífa, contudo, responderia que os muçulmanos (juristas) concordaram que os relatos sobre as prostrações durante a recitação do Alcorão têm a forma de uma ordem, e isso na maioria das ocasiões. Se assim é, então a ordem que prescreve as prostrações aplica-se ao momento da recitação, e, como a ordem também ocorre em sentido absoluto, é necessário interpretar o absoluto no sentido restrito. O caso das prostrações não é o mesmo da oração, pois a obrigatoriedade da oração foi restringida por outras condições. Além disso, o Profeta ﷺ de fato se prostrou nessas ocasiões, de modo que o sentido das ordens que ocorrem nessas ocasiões se torna evidente para nós, ou seja, elas se aplicam ao momento da recitação. Assim, é necessário interpretar a implicação da ordem como uma obrigação. Quanto ao número das prostrações obrigatórias, Malik diz no al-Muwatta': "A posição, em nossa opinião, é que a prescrição relativa às prostrações do Alcorão é de onze prostrações, que não incluem nada das suras do Mufassal". Seus discípulos disseram que a primeira delas está no final de al-A'raf; a segunda está em al-Ra'd, após as palavras: "E diante de Allah se prostram todos os que estão nos céus e na terra, voluntária ou involuntariamente, assim como suas sombras pela manhã e à tarde"; a terceira está em al-Nahl, após as palavras: "E diante de Allah se prostra tudo o que há nos céus e tudo o que há na terra de seres vivos, e também os anjos, e eles não se ensoberbecem. Temem a seu Senhor acima deles e fazem o que lhes é ordenado"; a quarta está em Bani Israel, após as palavras: "Caem prostrados sobre os seus rostos, chorando, e isso aumenta neles a humildade"; a quinta está em Maryam, após as palavras: "Quando os versículos do Misericordioso lhes eram recitados, caíam prostrados, adorando e chorando"; a sexta está em al-Hajj, sendo a primeira após as palavras: "Não vês que diante de Allah se prostram todos os que estão nos céus e todos os que estão na terra, e o sol, e a lua, e as estrelas, e as montanhas, e as árvores, e os animais, e muitos dos seres humanos, enquanto muitos merecem justamente o castigo? Quem Allah desonra, ninguém pode honrá-lo. Por certo, Allah faz o que quer"; a sétima está em al-Furqan, após as palavras: "E quando lhes é dito: Prostrai-vos diante do Misericordioso! Dizem: E quem é o Misericordioso? Havemos de nos prostrar diante do que tu (ó Muhammad) nos ordenares?" E ela aumenta a aversão neles”;173 o oitavo está em al-Naml, depois das palavras: “Para que não se prostrem diante de Allah, Quem faz surgir o oculto nos céus e na terra, e sabe o que escondeis e o que proclamais. Allah: não há deus senão Ele, o Senhor do trono magnífico”;174 o nono está em al-Sajda, depois das palavras: “Só creem em Nossas revelações aqueles que, quando são lembrados delas, caem prostrados e glorificam o louvor de seu Senhor, e não são soberbos”;175 o décimo está em Sad, depois das palavras: “E Davi compreendeu que Nós o havíamos provado, e pediu perdão a seu Senhor, e inclinou-se, caiu prostrado e arrependeu-se”;176 e o décimo primeiro está em Fussilat, depois das palavras: “E entre Seus sinais estão a noite, o dia, o sol e a lua. Não vos prostreis diante do sol nem da lua; mas prostrai-vos diante de Allah, Que os criou, se é verdadeiramente Ele que adorais”, e diz-se que está depois das palavras: “Mas se se ensoberbecerem, aqueles que estão junto ao teu Senhor O glorificam noite e dia, e não se cansam”.177 178
Al-Shafi'i disse que há quatorze prostrações. Três destas estão nas surahs Mufassal, isto é, em Al-Inshiqaq, Al-Najm e Al-'Alaq, mas ele não acreditava que houvesse uma prostração em Sad, sendo que, em sua opinião, a ocasião ali era a de agradecimento. Ahmad disse que há quinze prostrações, acrescentando uma segunda em Al-Hajj e incluindo a prostração em Sad. Abu Hanifa disse que há doze prostrações. Al-Tahawi disse que isto (o número na opinião de Abu Hanifa) inclui toda prostração que é expressa na forma de um relato.
Al-Shafi T said that c there are fourteen prostrations. Three of these are in the Mufassal surahs, that is, in al-Inshiqaq, al-Najm, and al~*Alaq, but he did not believe that there was a prostration in Sad, the occasion there, in his view, being that of thankfulness. Ahmad said that there are fifteen prostrations adding a second one in al-Hajj and including the prostration in Sad. Abu HanTfa said that there are twelve prostrations. Al-TahawT said that this (the number in Abu HanTfa’s opinion) includes every prostration that is expressed in the form of a report.
A razão da divergência deles deriva da escolha da fonte quanto ao número de prostrações. Alguns deles basearam-se na prática dos juristas de Medina, outros basearam-se na analogia, e outros na transmissão. Os que se basearam na prática (ʿamal) são Mālik e os seus discípulos. Os que se basearam na analogia são Abū Ḥanīfa e os seus discípulos, pois sustentaram que todas as prostrações acordadas foram encontradas expressas sob a forma de relato — e estas eram as prostrações em al-ʿArāf, al-Naḥl, al-Raʿd, al-Isrāʾ, Maryam, na primeira ocasião em al-Ḥajj, al-Furqān, al-Naml e al-Sajda — e isto tornou necessário associar a elas as restantes prostrações expressas sob a forma de relatos, que são as de Ṣād e al-Inshiqāq. As três que ocorrem sob a forma de ordem foram descartadas, e estas ocorrem em al-Najm, na segunda ocasião em al-Ḥajj, e em al-ʿAlaq. Os que se basearam na transmissão decidiram com base no que foi estabelecido do Profeta ﷺ acerca das prostrações em al-Inshiqāq, al-ʿAlaq e al-Najm. Isto foi registado por Muslim. Al-Athram disse que perguntaram a Aḥmad sobre as prostrações em al-Ḥajj, e ele respondeu que havia duas prostrações. Declarou autêntica a tradição de ʿUqba ibn ʿĀmir, transmitida do Profeta ﷺ, na qual ele disse: “Em al-Ḥajj há duas prostrações”. Esta é também a opinião de ʿUmar e a de ʿAlī. O Qāḍī (Ibn Rushd) disse: “Isto foi registado por Abū Dāwūd”.
The reason for their disagreement stems from their choice of source regarding the number of prostrations. Some of them relied upon the practice of the jurists of Medina, some relied on analogy, and some relied on transmission. Those who relied upon practice (jamal) are Malik and his disciples. Those who relied upon analogy are Abu HanTfa and his disciples, as they maintained that all the prostrations that they agreed upon were found to be expressed in the form of a report—and these were the prostrations in A*rdf, al-Nahl, al-RaM, al-Isra>, Maryam, the first occasion in al-Hajj, al- Furqdn, al-Naml, and al-Sajda—and this made it necessary to link with them the remaining prostrations expressed in the form of reports, which are in Sad and al-Inshiqaq. The three that occur in the form of a command were dropped, and these occur in al-Najm, the second occasion in al-Hajj, and in al-*Alaq. Those who relied upon transmission decided on the basis of what has been established from the Prophet (God’s peace and blessings be upon him) about the prostrations in al-Inshiqaq, al-^Alaq, and al-Najm. This has been recorded by Muslim. Al-Athram said that Ahmad was asked about the prostrations in al-Hajj, and he replied that there were two prostrations. He declared the tradition of TJqba ibn cAmir from the Prophet (God’s peace and blessings be upon him) as authentic, and in which he said, “In al-Hajj there are two prostrations”. This is also the opinion of TJmar and that of CA1T. The QadT (Ibn Rushd) said: “This has been recorded by Abu Dawud”.
Al-Shafi'i decidiu não realizar a prostração de Sad (sajdat Sad), com base no que foi relatado por Abu Dawud, na tradição de Abu Sa'id al-Khudri: "que o Profeta (que a paz e as bênçãos de Deus estejam sobre ele ﷺ) estava recitando o versículo de prostração na surata Sad, enquanto estava no púlpito, quando desceu e se prostrou. Quando o recitou em outro dia, as pessoas se prepararam para a prostração, então ele disse: 'Isto é arrependimento para um Profeta, mas como eu vi vocês se preparando para uma prostração, desci e me prostrei'". Nisto há uma espécie de evidência a favor de Abu Hanifa, que sustenta a obrigatoriedade das prostrações, pois ele (o Profeta ﷺ) declarou que a causa subjacente à dispensa da prostração, nesta prostração, era uma causa ausente nas outras ocasiões de prostração. Assim, torna-se necessário que o ḥukm no qual a causa subjacente está ausente seja diferente daquele no qual a causa subjacente está estabelecida. Esta é uma espécie de prova demonstrativa, e há divergência a respeito dela, pois pertence à categoria de atribuir um sentido metafórico à indicação indireta do texto (dalil al-khitab).
Al-Shafi T decided upon dropping the c prostration in Sdd on the basis of what has been related by Abu Dawud of the tradition of Abu Sa Td al-Khudri “that the Prophet (God’s peace and blessings be upon him) was reciting the verse of prostrations in surat Sad, while on the pulpit, when he descended and prostrated. When he recited it on another day the people prepared themselves for the prostrations, so he said, ‘This is repentance for a Prophet, but as I had seen you preparing for a prostration I came down and prostrated’ ”. In this there is a kind of evidence for Abu HanTfa in upholding the obligation of prostrations, for he (the Prophet) declared the underlying cause of relinquishment of prostrations in this prostration to be a cause that is absent in the other occasions of prostration. Thus, it becomes necessary that the hukm in which an underlying cause is absent be different from that in which the underlying cause is established. This is a kind of demonstrative proof, and there is disagreement over it, as it belongs to the category of assigning a metaphorical meaning to the indirect indication of the text (dalil al-khitdb).
Alguns juristas, que não defendiam a ocorrência de prostrações nas suras Mufassal, argumentaram com base na tradição de ʿIkrima, transmitida por Ibn ʿAbbas e registrada por Abu Dawud, "de que o Mensageiro de Allah ﷺ não se prostrou em nenhuma das suras Mufassal desde o momento em que emigrou para Medina". Abu ʿUmar disse que essa tradição é munkar (inconsistente), pois Abu Hurayra, que transmitiu as prostrações do Profeta ﷺ nas suras Mufassal, não se tornou companheiro do Profeta ﷺ senão em Medina. Narradores dignos de confiança transmitiram dele que "o Profeta ﷺ se prostrou em al-Najm".
Some jurists, who did not uphold the occurrence of prostrations in the Mufassal surahs, argued on the basis of the tradition of cIkrima from Ibn c Abbas, which has been recorded by Abu Dawud, “that the Messenger of Allah (God’s peace and blessings be upon him) did not prostrate in any of the Mufassal surahs from the time that he migrated to Medina”. Abu TJmar said that it179 is a munkar (inconsistent) tradition, as Abu Hurayra who has related the prostrations of the Prophet in the Mufassal surahs did not become a Companion of the Prophet (God’s peace and blessings be upon him) except in Medina. Trustworthy narrators have related from him “that the Prophet (God’s peace and blessings be upon him) prostrated in al-Najm”.
Eles divergiram quanto ao momento das prostrações. Um grupo de juristas proibiu as prostrações durante os períodos de tempo em que a oração é proibida. Esta é a opinião de Abu Hanifa, de acordo com o seu princípio de proibir as orações obrigatórias nestes horários. 181 Malik também as proibiu no Muwatta*, pois, na sua opinião, estas são actos de adoração voluntários, e o culto voluntário é proibido nestes horários segundo ele. Ibn al-Qasim relatou dele que as prostrações podem ser feitas após o 'Asr, desde que o sol não tenha ficado amarelo nem mudado de cor. Do mesmo modo, após a oração do Subh. Esta opinião foi defendida por al-Shafi'i. Isto baseia-se na visão de que as prostrações são uma sunna, e as sunan podem ser observadas nestes horários desde que o sol não esteja prestes a pôr-se nem prestes a nascer.
They disagreed about the time of the prostrations. A group of jurists prohibited the prostrations during a period of time that is proscribed for prayer. This is the opinion of Abu HanTfa in accordance with his principle of prohibiting the obligatory prayers in these timings.181 Malik has also disallowed these in the Muwattd*, as these are supererogatory in his view, and supererogatory worship is prohibited during these timings according to him. Ibn al-Qasim has related from him that the prostrations may be made after W as long as the sun has not turned yellow or changed in colour. Likewise after the morning prayer. This was upheld by al-ShafiT. This is based on the view that the prostrations are a sunna, and the sunan may be observed in these timings as long as the sun is not about to set or about to rise.
Quanto à pessoa a quem se dirige o hukm, concordaram unanimemente que ele se dirige à pessoa que recita, quer em oração quer fora dela. Divergiram quanto a saber se o ouvinte é obrigado a prostrar-se. Abu Hanifa disse que ele está obrigado a prostrar-se, e não fez distinção entre homem e mulher. Malik disse que o ouvinte deve prostrar-se em duas ocasiões: primeiro, quando se sentou para ouvir o Alcorão, e segundo, quando o próprio recitador se prostra, e que este último pode validamente ser um imã para o ouvinte. Ibn al-Qasim relatou de Malik que o ouvinte deve prostrar-se assim que se sentou para ouvir o recitador, mesmo que o recitador não seja qualificado para ser imã.
About the person towards whom the hukm is directed they agreed unanimously that it is directed towards the person reciting, whether in prayer or otherwise. They disagreed about whether the listener is obliged to prostrate. Abu HanTfa said that he is under an obligation to prostrate, and he did not differentiate between a man or a woman. Malik said that the listener is to prostrate on two occasions: first, when he has sat down to listen to the Qur’an, and second, when the reciter himself prostrates, and that the latter can validly be an imam for the listener. Ibn al-Qasim has related from Malik that the listener is to prostrate himself once he has sat down to listen to the reciter even if the reciter is not qualified to be an imam.
A maioria dos juristas afirmou, quanto à descrição das prostrações, que quem recita deve pronunciar o takbir ao baixar-se e ao erguer-se. A opinião de Malik divergiu sobre o assunto quando a pessoa não está em oração, mas, quando está em oração, ela deve pronunciar o takbir sem qualquer divergência.
The majority of the jurists said about the description.of the prostrations that when the person reciting prostrates he should pronounce the takbir on lowering himself and upon rising. Malik’s opinion has differed on the issue when the person is not observing prayer, but when he is praying he is to pronounce takbir without a dispute.