12.3 O Islã e a Vida Econômica
12.3 Islam - the Economic Life
O Islam não nega a propriedade de bens materiais, mas também não permite que os seres humanos ditem a forma como ela é adquirida e utilizada. A vida no Califado oferecerá uma mudança drástica na forma como os bens materiais são vistos. No Islam, a riqueza é uma confiança do Criador. Consequentemente, é somente Allah (SWT) quem decide o que pode e o que não pode ser comprado e vendido. Isso é diferente da situação atual, em que os direitos e os erros de uma sociedade ficam à mercê das forças do mercado e das leis da oferta e da demanda, e em que a viabilidade comercial de um produto prevalece sobre os efeitos prejudiciais que sua existência produz na sociedade. Trata-se de um mundo em que os interesses empresariais financiam ou fazem lobby junto aos "anjos da guarda" da democracia: os políticos.
Islam does not deny ownership of material or property, however it also does not allow humans to dictate the way it is acquired and used. Life in the Khilafah will offer a dramatic change in the way material is viewed In Islam wealth is a trust from the Creator. Consequently it is Allah (swt) alone who decides what can and cannot be bought and sold. This is unlike the situation today where the rights and wrongs of a society are at the mercy of market forces and the laws of supply and demand and where commercial viability of a product takes precedence over the detremental effects on society that are produced as a result of the product’s existence. Such is a world where business interests fund or lobby the ‘guardian angels’ of democracy - the politicians.
Assim, vemos que o homem mais rico da Grã-Bretanha baseou sua fortuna na pornografia. Não há preocupação com os efeitos danosos da pornografia e de outras formas de exploração do homem e da mulher. Os olhares indesejados ao caminhar pelas ruas; a atenção indesejada no trabalho; o estupro. Em vez disso, a preocupação com o ser humano é vista primariamente em termos econômicos.
Accordingly, we see that Britain’s richest man has based his fortune on pornography. There is no care for the damaging effects of pornography and other forms of exploitation of man and woman. The unwanted eyes when walking the streets; the unwanted attention at work; rape. Instead, concern for humans is viewed in economic terms primarily.
Isso não é assim no Islã, onde a "honra" é uma questão vital. Não haverá anúncios que usem a sexualidade de homens e mulheres para a venda agressiva, nem revistas de "prateleira superior", nem vídeos pornográficos, e não se encontrará sexo virtual no Estado Islâmico.
This is not so in Islam, where ‘honour’ is a vital issue. There will be no advertisements using the sexuality of men and women for the hard sell, no ‘top-shelf’ magazines, no pornographic videos and no cybersex would be found in the Islamic State.
Da mesma forma, não se daria nenhuma consideração ao sucesso comercial do consumo de álcool, nem ao potencial sucesso de legalizar outros tipos de drogas, como se discute hoje. No Islã, o consumo público de intoxicantes é proibido, eliminando pela raiz a infinidade de problemas que coisas como o álcool geram: violência doméstica, criminalidade em geral ou o desgaste dos recursos de saúde (grupos de autoajuda, grupos de apoio às vítimas, serviços médicos etc.). Não haveria bares, nem bêbados, nem "dirigir embriagado" sob o Khilafah.
Similarly, no regard would be made for the commercial success of alcohol consumption, or the potential success of legalising other types of drugs, as is being discussed today. In Islam public consumption of intoxicants is forbidden, killing from the root the plethora of problems that things like alcohol contribute to: domestic violence, crime in general or the drain on health resources (self-help groups, victim support groups, medical services etc.). There would be no pubs, no drunkards and no ‘drink-driving’ under the Khilafah.